A determinação foi do ministro Alexandre de Moraes do STF que mantinha o ex-presidente preso na Superintendência da Polícia Federal
Mesmo após os insistentes pedidos de prisão domiciliar devido a problemas de saúde, em decorrência ao atentado que sofreu durante a campanha eleitoral de 2018, o ex-presidente Jair Bolsonaro foi transferido na última quinta-feira (15) para o 27º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido por “Papudinha”. A unidade, localizada dentro do complexo da Papuda, reservada para custódia de presos com prerrogativas especiais.
> Siga nosso canal no WhatsApp e receba as notícias do TVBV Online em primeira mão
A determinação foi do ministro Alexandre de Moraes que mantinha o ex-presidente preso na Superintendência da Polícia Federal. Bolsonaro foi condenado por uma “suposta tentativa de golpe de estado” a 27 anos de prisão. O local onde está preso tem uma área total coberta de 54,76 metros quadrados. Também foi concedido atendimento médico integral, com médicos da Polícia Federal em plantão 24 horas, além de acesso irrestrito a médicos particulares, sem necessidade de autorização judicial prévia. Em caso de urgência, foi autorizada a remoção imediata para hospitais mediante comunicação judicial.
Foi permitida visitação semanal permanente da esposa, Michelle Bolsonaro, filhos, da enteada e familiares próximos, em datas pré-programadas, além de visitas de advogados e a assistência religiosa. Bolsonaro terá direito a cinco refeições diárias, divididas entre café da manhã, almoço, lanche, jantar e ceia. A área externa de 10,07 metros quadrados permite que o ex-presidente realize o banho de sol e prática de exercícios físicos.
Criticas
As críticas a respeito da decisão do magistrado se espalharam pelo país. O filho do ex-presidente, Carlos Bolsonaro, criticou duramente o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), após a transferência. Nas redes sociais, afirmou que Moraes teria cometido “maldade” ao autorizar a transferência e classificou a decisão como uma perseguição política. Segundo ele, o pai jamais teria descumprido a Constituição e estaria sendo tratado de forma mais rigorosa do que aliados do Partido dos Trabalhadores que, de acordo com o vereador, teriam praticado atos mais graves sem sofrer punições.
Ele ainda rebateu as acusações de destruição de patrimônio público e tombado, argumentando que Jair Bolsonaro estava em Orlando, nos Estados Unidos, no dia 8 de janeiro de 2023, quando a depredação às sedes dos Três Poderes, com isso não teria participado diretamente dos atos. Da mesma forma questionou as condenações por organização criminosa.
Com informações de band.com.br
Justiça busca garantir medicamento a adolescente que vive com doença rara em SC
Jovem tinha acesso no Amazonas, mas se mudou para Itajaí e teve o tratamento interrompido, causando complicações
A justiça catarinense busca assegurar que uma jovem de Itajaí acometida por uma doença genética rara tenha acesso ao medicamento pelo estado. O pedido foi negado primeiramente, mesmo diante…







