20 de janeiro de 2026
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Segurança

Falta de segurança? Vídeo mostra turistas desembarcando de passeio sem colete

Imagem: Redes Sociais/ Divulgação
Capitania dos Portos e proprietário da empresa prestadora do serviço explicam que uso não é obrigatório

Imagens divulgadas nas redes sociais no último fim de semana geraram preocupação quanto à segurança de um passeio turístico no Norte da Ilha. Um vídeo mostra turistas saindo de uma embarcação sem o colete salva-vidas, item de segurança pessoal normalmente disponibilizado neste tipo de serviço. Apesar do aspecto de irregularidade, o barco funciona totalmente dentro da legalidade.

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Segundo a Capitania dos Portos, a embarcação está com a documentação regular e atende às exigências de segurança previstas pela legislação marítima. Neste caso, segundo o órgão, o equipamento não é de uso obrigatório dos passageiros, mas precisa ser entregue aos usuários que o solicitar antes da travessia. Além disso, o material tem que estar em condições adequadas para uso.

Já o proprietário da empresa responsável pelo passeio, que leva passageiros da praia de Canajurê, no Norte da Ilha, até a Ilha do Francês, o trajeto é de apenas cinco minutos e ocorre em uma área considerada de mar abrigado, ou seja, calmo e protegido. Ele também destacou que a embarcação é estável e que os passageiros seguem orientações de segurança enquanto o barco estiver em movimento, como para permanecerem sentados.

           

             

Homem que estuprou e sequestrou ao menos três acompanhantes é condenado a 100 anos

Réu atraia vítimas por meio de um site de acompanhantes para dopá-las, violentá-las e as fazer de refém para exigir pagamentos

Um homem foi condenado a 106 anos, um mês e 21 dias de reclusão por uma série de crimes graves contra mulheres nos municípios de Araranguá e Balneário Arroio do Silva, no Sul de Santa Catarina. Ele foi sentenciado por estupro, roubo majorado e extorsão mediante sequestro contra ao menos três vítimas. Segundo a denúncia, ele atraia companheiras em sites para acompanhantes e, ao encontrá-las, as rendia, dopava e praticava violência sexual. Depois, o réu ainda as mantinha em cárcere privado, exigindo pagamento para a liberação. A decisão foi publicada na última quarta-feira (14). Ele está preso no estado do Rio Grande do Sul, onde cumpre uma extensa pena por outros crimes.

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