Ao menos 10 pessoas ficaram feridas, sendo 2 em estado grave
Um gravíssimo acidente de trânsito em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, deixou pessoas 10 feridas, algumas delas presas às ferragens, na tarde desta sexta-feira (30). Uma uma carreta carregada com compensados de madeira em alta velocidade atingiu uma um caminhão pequeno e sete carros que aguardavam em um semáforo.
A colisão ocorreu por volta das 15h15 no cruzamento da Avenida Fernando Machado com a Rua Marcílio Dias, bem em frente à loja da Mepar, no bairro Líder. Imagens de uma câmera de monitoramento no local (veja abaixo) flagraram o momento em que a carreta desce a via descontrolada. Alguns dos veículos ficaram soterrados pela carga de MDF, enquanto outros foram arremessados e capotaram com a força do impacto. A carreta também acabou tombando no meio da avenida.
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Segundo o Corpo de Bombeiros Militar (CBMSC), quatro vítimas ficaram presas às ferragens e foi preciso mobilizar uma operação complexa de resgate com 20 agentes. Duas pessoas sofreram traumatismo cranioencefálico e foram atendidas em estado grave. Ao todo, sete feridos foram conduzidos ao Hospital Regional do Oeste (HRO) e à Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Outras vítimas buscaram atendimento por meios próprios.
Segundo informações da Polícia Civil (PCSC), o motorista da carreta teve apenas ferimentos leves e foi levado à delegacia para prestar esclarecimentos. Equipes da Polícia Militar (PMSC), Guarda Municipal (GMC), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e a Secretaria Municipal da Saúde também atuaram no resgate das vítimas.
O trânsito na Avenida Fernando Machado, que é uma das principais vias que corta Chapecó, está interrompido. O acesso é uma das principais ligações entre a BR-282 e a fronteira com o Rio Grande do Sul, recebendo diariamente uma grande movimentação de veículos.
Cão Orelha: porteiro nega ter filmado ou presenciado agressões pelos suspeitos
Vídeo que circula é de possível caso de maus-tratos a outro cão comunitário na Praia Brava
O porteiro do condomínio na Praia Brava, em Florianópolis, citado no caso da morte do cão comunitário Orelha negou ter filmado ou presenciado as agressões que resultaram na morte do animal. A informação foi divulgada na noite desta quinta-feira (30) pela defesa dele, e confirma o que foi afirmado pela Polícia Civil (PCSC) na coletiva de imprensa sobre a investigação.












