3 de fevereiro de 2026
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Gabinetes de vereadores são alvo de buscas por suspeita de ‘rachadinha’ em Blumenau

Foto: Câmara Municipal de Blumenau
Mandados são cumpridos em operação da Polícia Civil (PCSC)

Dois vereadores de Blumenau, no Vale do Itajaí, foram alvos de mandados de busca e apreensão pela Polícia Civil (PCSC) na manhã desta terça-feira (3). A ação é parte de uma investigação sobre a suspeita de um esquema de “rachadinhas” na Câmara Municipal. Entre os alvos das buscas está o gabinete do vereador Almir Vieira (PP).

A ação, conduzida pela Delegacia de Investigações Criminais (DIC) de Blumenau em conjunto com a Delegacia de Combate ao Crime Organizado e Lavagem de Capitais (DECRIM), apura o suposto desvio ilegal de dinheiro do salário de assessores por parlamentares. Mais detalhes da operação devem ser divulgadas pela PCSC após as diligências.

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Almir Vieira estava no gabinete e acompanhou a realização das buscas. O mandato do vereador divulgou um comunicado confirmando que foi alvo de ordem judicial e que aguarda o acesso a informações oficiais sobre a investigação.

“O vereador informa que está à disposição das autoridades e confia plenamente no trabalho da Justiça, certo de que todos os fatos serão devidamente esclarecidos no momento oportuno” afirma, por meio de nota, reiterando ainda “seu compromisso com a legalidade, a ética e o respeito às instituições”.

Foto: Câmara Municipal de Blumenau

Em nota, a Câmara de Vereadores de Blumenau afirmou que as buscas foram realizadas em dois gabinetes, mas que até o momento, no entanto, não há confirmação de apreensão de materiais ou documentos. “A investigação em andamento apura eventuais condutas individuais de vereadores e/ou assessores, não havendo qualquer apuração direcionada à instituição Câmara de Vereadores de Blumenau, que segue exercendo normalmente suas atribuições constitucionais e administrativas”, continua o comunicado.

A Casa Legislativa acrescenta que está colaborando integralmente com as investigações e que está à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários “dentro dos limites legais”. A Câmara aguarda ainda mais informações da PCSC sobre os detalhes da investigação.

Em atualização.

           

             

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