Programação no Mercado Público se estende até a noite, quando acontece o desfile com bonecos gigantes
A capital se prepara para receber nesta sexta-feira (6) a tão aguardada abertura do Carnaval de Florianópolis, com o tradicional Berbigão do Boca dando o pontapé inicial nas festividades. Fundado em 1992, o bloco se tornou um dos símbolos do carnaval local, atraindo foliões de todas as idades com sua proposta inclusiva e animada. A programação se estende até a noite, quando acontece cortejo com os bonecos gigantes.
O bloco, que tem o nome inspirado no prato preparado com o molusco, destaca-se pelas marchinhas contagiantes e fantasias criativas e os bonecos que celebram a cultura popular e homenageiam personalidades que fizeram história na Ilha de Santa Catarina. Idealizado por Paulinho Abram, o Berbigão do Boca foi pioneiro em dar vida a um carnaval que até então não era tão celebrado em Florianópolis.
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“O Berbigão se organizou, é a festa oficial da cidade que abre o carnaval. Congrega blocos, escolas de samba, o povo da Ilha, turistas, pessoal do Mercado Público. O ano passado nós tivemos mais de 150 mil pessoas passando aqui no conglomerado e saindo no arrastão do Berbigão do Boca. A expectativa é a melhor possível”, celebra Zeca Machado, diretor social de eventos do bloco há 34 anos.
A programação deste ano já ocorre na arena montada junto ao Mercado Público e promete encantar o público e aquecer as ruas da capital, dando início a dias de folia e celebração. Além de fanfarra e dos bonecos gigantes, o bloco realiza o famoso Festival Gastronômico com pratos à base de berbigão.
- 12h: Início oficial com apresentações de samba e Festival Gastronômico
- 19h: Início do desfile com o cortejo de bonecos e trio elétrico
Palco Arena
- 14h: Banda Em Cima da Hora
- 15h: Banda Carapeva
- 17h: Banda Entre Elas
Palco Camelódromo
- 14h: Henrique Harmonia
- 17h: André Calibrina
- 18h: Samba da Ilha
- 20h: Banda Guerra
Veja mais detalhes na reportagem do SC Acontece
Caso Orelha: MPSC não vê relação entre coações e agressões ao cachorro
Investigação foi retirada da área de crimes ambientais e será analisada por Promotoria de Justiça criminal comum
O Ministério Público de Santa Catarina (MSPC) determinou nesta quinta-feira (5) a redistribuição do processo que analisa os possíveis crimes de coação no curso do processo e ameaça, investigados no caso da morte do cão comunitário Orelha, em Florianópolis. Segundo a 32ª Promotoria de Justiça, que atua na área de crimes ambientais, o caso não tem relação com os maus-tratos ao animal e deve ser analisado por uma promotoria de atribuição criminal comum.

















