“Folia dos Seres”, que reúne uma série de pinturas, que abre dia 10 de fevereiro na Galeria Lama
O carnaval, entendido não apenas como festa, mas como território simbólico, político e imaginário, é o ponto de partida de “Folia dos Seres”, exposição inédita do artista Sttar que abre na terça-feira, dia 10 de fevereiro, na Galeria Lama, no Centro de Florianópolis. Com entrada gratuita, a abertura será a partir da 19h.
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Com curadoria assinada por Jazz Rafaela, a individual reúne cerca de 20 obras, entre pinturas revisitadas e criações inéditas, e propõe ao público um mergulho em outros carnavais: aqueles que se constroem na memória, na fabulação e na reinvenção constante do corpo e da identidade.
Para a mostra “Folia dos Seres”, o artista revisita obras produzidas em diferentes momentos de sua trajetória, ativando nelas a memória de carnavais passados, enquanto as peças inéditas respondem ao presente e às urgências do agora. O encontro entre essas temporalidades cria uma atmosfera em que o ciclo da festa se repete, mas nunca se repete igual, reafirmando o caráter mutante e inventivo da folia.
A exposição, que busca propor um espaço de encontro entre arte contemporânea e imaginários populares, entre o ritual coletivo do carnaval e a experiência íntima da criação artística, poderá ser visitada gratuitamente até 7 de março, de quarta a sábado, das 18h às 00h, na Galeria Lama, localizada na Rua João Pinto, 198 ou na Rua Antônio (Nico) Luz, 159, no Centro de Florianópolis.
Caso Orelha: MP pede à polícia maior precisão na apuração dos fatos
Órgão identificou lacunas a serem preenchidas no processo
As investigações em torno da morte do cão Orelha devem ter mais desdobramentos em breve. O Ministério Público de Santa Catarina irá requisitar, dentro dos próximos dias, mais esclarecimentos e uma maior precisão da polícia na reconstrução dos fatos. O requerimento se deve ao fato da 10ª Promotoria de Justiça da Capital, da área da Infância e Juventude, quanto a 2ª Promotoria de Justiça da Capital, da área criminal, concluírem sobre essa necessidade ao observar algumas “lacunas” a serem preenchidas na apuração do caso.





