Causa da morte foi falência renal agravada pela dirofilariose – doença conhecida como “verme do coração”
Após cerca de um mês em tratamento veterinário, Pretinha, companheira do cão comunitário Orelha na Praia Brava, não resistiu e faleceu na noite desta segunda-feira (9), em Florianópolis. O empresário que adotou a cadela afirmou que a causa da morte foi falência renal agravada pela dirofilariose – doença parasitária conhecida como “verme do coração”.
> Siga nosso canal no WhatsApp e receba as notícias do TVBV Online em primeira mão
Segundo o relato do empresário paulista Bruno Ducatti, que há pouco havia adotado Pretinha, os médicos veterinários responsáveis pelo caso utilizaram todos os recursos possíveis para tentar salvar o animal. Dentre eles estão a internação intensiva, exames complexos, medicações de alto custo e acompanhamento contínuo.
Nas redes sociais, o tutor expressou seus sentimentos e afirmou estar com o coração despedaçado. “Não escondo minha profunda frustração e tristeza por não ter conseguido salvá-la. Estive em viagem internacional, mas investi toda a minha energia, recursos e envolvimento emocional nessa tentativa”, lamentou.
A cadela Pretinha foi resgatada das ruas pelo empresário após a morte do cão Orelha comover o país. Na ocasião, os médicos veterinários constataram que Pretinha estava com a saúde debilitada e iniciaram os tratamentos imediatamente.

Últimas atualizações da investigação da morte do cão Orelha
A Polícia Civil (PCSC) finalizou as investigações na última terça-feira (3) e apontou um adolescente como principal responsável pelas agressões que levaram à morte de Orelha. Segundo as autoridades, os principais indícios de suspeita contra o indiciado envolvem contradições no depoimento e a tentativa de um familiar de esconder roupas utilizadas pelo jovem na data do crime, além de imagens de monitoramento e dados de geolocalização.
Após a conclusão das investigações, o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) analisou o inquérito policial e identificou lacunas na apuração do caso. Diante disso, o órgão solicitou novas diligências para esclarecer com maior precisão os acontecimentos.
O ministério ainda determinou que a PCSC colha novos depoimentos no inquérito que apura a coação de testemunha e ameaças. De acordo com o órgão, o objetivo é preencher as lacunas na apuração sobre a discussão que ocorreu entre pai e tio do adolescente suspeito dos maus-tratos e o porteiro do residencial na Praia Brava.
*Sob supervisão de Fernando Bortoluzzi
Vai chover no Carnaval? Confira previsão do tempo para a folia
Guia do Folião dá dicas sobre como aproveitar os “bloquinhos” com alegria e segurança
O Carnaval 2026 em Santa Catarina deve ser marcado por dias quentes, mas que também terão períodos de instabilidade, que trazem chuva durante o período. O tempo chuvoso deve ser mais predominante entre a tarde e a noite, mas também há possibilidade…





