19 de fevereiro de 2026
TVBV ONLINE
Leo Coelho

Queda de cabelo no começo do ano pode ser alerta de calvície?

Médica dermatologista Ana Maria Benvegnú fala sobre os cuidados com queda de cabelos. (Foto: Divulgação)
Dermatologista explica que estresse acumulado, ciclos biológicos e gatilhos silenciosos podem ser fatores da queda repentina

Os primeiros meses do ano costumam trazer um aumento perceptível nas queixas de queda de cabelo. A dermatologista Ana Maria Benvegnú explica que isso muitas vezes está ligado ao Eflúvio Telógeno Agudo, condição em que mais fios se desprendem ao longo do dia, especialmente no banho. Esse quadro costuma surgir cerca de três meses após gatilhos como estresse, perda de peso, pós parto, cirurgias ou infecções, o que torna o acúmulo de estresse do fim do ano um fator frequente.

Segundo a médica, a queda merece atenção quando ultrapassa três meses, quando é muito intensa ou quando já existe afinamento dos fios ou histórico familiar de calvície. Outros sinais importantes incluem coceira, dor, ardência, sensibilidade no couro cabeludo, alargamento da risca central e couro cabeludo visível mesmo sem queda acentuada.

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Ana Maria destaca que homens e mulheres podem apresentar diferentes padrões de alopecia, sendo comuns o Eflúvio Telógeno e a Alopecia Androgenética nas mulheres, enquanto a calvície é mais frequente nos homens. A investigação envolve exames gerais, hormonais, nutricionais e imunológicos, e o tratamento é sempre personalizado, considerando a causa principal da queda.

A médica reforça que fatores hormonais, estresse, ciclos menstruais e questões nutricionais influenciam bastante, especialmente no público feminino. Hábitos como dietas restritivas, químicas excessivas, tração capilar, uso intenso de calor e doenças não tratadas podem agravar o quadro. Ela também esclarece mitos comuns: lavar o cabelo diariamente não causa queda, boné não provoca calvície e dormir com o cabelo molhado não faz os fios caírem, embora favoreça dermatite seborreica. A queda sazonal do outono também é real e pode se somar ao estresse, intensificando o problema.

           

             

Viajantes precisam estar atentos às regras para uso da nova Carteira de Identidade

Documento físico, válido e em bom estado é exigido para viagens internacionais

Brasileiros com planos de viajar para fora do país devem estar atento às regras para o uso da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). Este agora é um documento oficial aceito para embarques internacionais, substituindo o antigo RG nos casos em que o passaporte não é obrigatório. No entanto, mesmo disponível agora em formato digital, o documento físico ainda é exigido para viagens internacionais.

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