Eclipse lunar vai ‘pintar’ a Lua de vermelho por alguns instantes
Em mais um espetáculo dos corpos celestes, um eclipse lunar irá pintar a Lua de vermelho no próximo dia 3 de março. Trata-se da Lua de Sangue, que acontece quando o satélite natural fica totalmente oculto pela sombra da Terra e adquire uma coloração avermelhada.
O eclipse lunar total ocorre quando a Terra se posiciona entre o Sol e a Lua, projetando sua sombra sobre o satélite. Nesse processo, a luz atravessa a atmosfera, que filtra os tons azulados e deixa passar apenas os avermelhados. “A cor se deve à forma como a luz do Sol interage com a atmosfera terrestre. Mesmo totalmente encoberta pela sombra escura da Terra, a Lua ainda recebe luz solar indiretamente, filtrada pela atmosfera”, explica o Observatório Nacional.
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Infelizmente, desta vez o fenômeno não será visível no Brasil. Em grande parte da América do Sul, o eclipse lunar será parcial. Segundo a Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, o eclipse poderá ser observado em sua totalidade durante a noite no leste da Ásia, na Austrália e no Pacífico, e nas primeiras horas da manhã na América do Norte e Central e no extremo oeste da América do Sul. O fenômeno também não será visível na África ou na Europa.
Entenda a Lua de Sangue
Segundo o Observatório Nacional, eclipses lunares ocorrem quando a Lua entra na sombra da Terra. Essa sombra é dividida em duas partes: a umbra, que é completamente escura por não receber nenhuma luz solar direta; e a penumbra, que ainda recebe alguma iluminação do Sol.
“Quanto mais perfeito é o alinhamento entre Sol, Terra e Lua, maior é a duração do eclipse total”, destacou o órgão. Quando a Lua entra na penumbra, ocorre o eclipse penumbral; quando entra na umbra, o eclipse parcial; e, quando está totalmente dentro da umbra, ocorre o eclipse total.
Suprema Corte dos EUA derruba tarifaço de Donald Trump
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A Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou nesta sexta-feira (20) as tarifas sobre produtos importados impostas globalmente pelo presidente Donald Trump. Por seis votos a três, o tribunal manteve a decisão de um tribunal inferior que definiu excesso de autoridade de Trump.





