Após o crime, eles ainda fugiram para o Paraguai, onde foram localizados e presos
Uma mulher e o amante dela foram condenados pelo assassinato e ocultação do cadáver do marido da ré, em um caso que chocou a região da Grande Florianópolis em setembro de 2024. Segundo a investigação, os dois teriam executado a vítima por meio de enforcamento e depois ateado fogo no corpo, com o intuito de eliminar as provas do crime. O julgamento aconteceu nesta quinta-feira (26), na Casa da Cidadania, em Nova Trento.
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A sessão terminou com o sentenciamento dos réus a quase 40 anos de prisão, pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e adulteração de sinal identificador do veículo automotivo. A acusada recebeu a pena de 18 anos e 2 meses, sendo que ela também foi sentenciada por porte ilegal de arma de fogo. Já o homem foi sentenciado a 19 anos e 3 meses. Os dois também foram condenados ao pagamento de multa.
O caso
O homicídio ocorreu no dia 11 de setembro de 2024, no município de São João Batista, na Grande Florianópolis. Conforme a apuração, os réus eram amantes e teriam planejado a morte do marido da mulher. Para matar a vítima, eles utilizaram um fio de cobre para estrangulá-la e matá-la asfixiada. Em seguida, levaram o corpo até uma área de mata às margens da SC-108, no bairro Krequer, onde incendiaram o corpo. Eles utilizaram substância inflamável, colchão, tecidos e papel, com o objetivo de dificultar a localização e a identificação da vítima, causando sua parcial carbonização.
A denúncia ainda revelou que, antes de transportar o corpo, eles teriam adulterado a placa do veículo com o uso de uma fita isolante para alterar um dos caracteres. Depois, eles utilizaram a camionete para fugir para o Paraguai, onde foram localizados e presos de forma preventiva após um conjunto probatório comprovar a autoria e o paradeiro do casal.
Gerente de Bem-Estar Animal nega acusações sobre eutanásias irregulares em Joinville
Denúncia apontou que mais de 400 animais foram submetidos ao procedimento para “liberar espaço”
A denúncia sobre eutanásias irregulares no Centro de Bem-Estar Animal de Joinville ganhou mais um episódio nesta semana. A gerente da instituição participou de uma audiência pública da Comissão de Urbanismo da Câmara Municipal de Vereadores e negou as acusações. Segundo ela, as denunciantes não falam a verdade ao acusar o CBEA de submeter animais ao procedimento para liberar vagas de internação.





