A decisão foi impulsionada pelos resultados negativos que culminaram no rebaixamento no Campeonato Catarinense
Como era de se esperar, após o vergonhoso rebaixamento, a noite da última segunda-feira (09) foi de decisão política no Estádio Orlando Scarpelli. Durante reunião o Conselho Deliberativo do clube decidiu não homologar a atual mesa diretora da Sociedade Anônima do Futebol (SAF), responsável pela gestão do time.
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A votação ocorreu no memorial do estádio e terminou com 52 votos contrários e 21 favoráveis à homologação da diretoria. O tema analisado pelos conselheiros dizia respeito à formalização da mesa diretora que comanda a SAF há cerca de seis anos. Segundo o Conselho, os nomes que compõem a gestão deveriam ter sido submetidos à aprovação do órgão no momento em que assumiram os cargos, o que não ocorreu.
O comitê gestor da SAF é formado por Paulo Prisco Paraíso, presidente; José Carlos Lages, vice-presidente; e Rafael Franzoni, diretor executivo. Com a decisão, a expectativa é de que nesta terça-feira (11) o presidente do Conselho Deliberativo, Antônio Miranda, se reúna com o presidente da associação do clube, José Tadeu da Cruz, para iniciar o processo de destituição da atual diretoria e discutir a indicação de novos nomes para os cargos. Enquanto a reunião acontecia dentro do estádio, do lado de fora torcedores se concentraram em frente ao Scarpelli para protestar contra a permanência da diretoria da SAF. Por cerca de três horas, e embaixo de chuva, os manifestantes mostraram todo o descontentamento com a SAF. A mudança no time foi comemorada pelo grupo.
Negociação paralela
Enquanto ocorrem as disputas internas, o clube segue em negociação com a Kactus Capital para a venda de 90% da SAF alvinegra. A empresa atua no mercado do futebol com operações de antecipação de receitas milhonárias em clubes como Atlético Goianiense, Sport Club do Recife e Ceará Sporting Club.
O prazo atual das tratativas termina no próximo dia 15. A proposta prevê investimentos para pagamento de dívidas e reforço no futebol. Além disso, um grupo de oposição apresentou uma carta de intenção para adquirir também 90% da SAF. O documento, assinado pelo ex-presidente Edson Silva, propõe o pagamento imediato da primeira parcela da Recuperação Judicial, estimada em cerca de R$ 14 milhões, além da avaliação da quitação integral do processo, renegociação da dívida com a CLAVE/LIFT e uma reestruturação completa do departamento de futebol.
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