13 de março de 2026
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‘Personificação do mal na Terra’: irmão de corretora morta em Florianópolis se manifesta

Foto: Reprodução/Redes sociais
Familiar afirma que a vítima confiou demais em pessoas erradas

Após a Polícia Civil (PCSC) confirmar nesta sexta-feira (13) que o corpo encontrado esquartejado na Grande Florianópolis é da corretora de imóveis desaparecida Luciani Aparecida Estivalet Freitas, o irmão dela se manifestou nas redes sociais. Matheus Estivalet exigiu justiça e afirmou que ela havia confiado nas pessoas erradas.

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Em uma publicação com uma foto de Luciani, o irmão da vítima expressou os sentimentos e disse que “ela confiou demais em pessoas que acreditava serem amigas, mas que não eram”. Ele ainda explicou que essas pessoas se aproveitaram da inocência, dos segredos e da confiança de Luciani.

“O que fizeram com a minha irmã foi brutal. Foi a verdadeira personificação do mal na Terra. Nem com um animal vemos tamanha crueldade. Tudo isso aconteceu justamente no mês da mulher, enquanto o Brasil ainda continua perdendo tantas delas para a violência”, lamentou Matheus.

A irmã de Luciani também expressou os sentimentos e afirmou que ela deixou um legado de amor enorme. “Inacreditável estar vivendo tudo isso. A dor está imensurável!”, afirmou Mônica Estivalet.

Entenda o caso

Luciani Aparecida Estivalet Freitas, natural de Alegrete (RS), atuava como corretora de imóveis no bairro Santinho, região turística no Norte de Florianópolis. Ela estava desaparecida desde o último dia 4 de março, quando teve o último contato com o irmão. O sumiço chamou a atenção da família quando a mulher deixou de retornar às tentativas de contato.

Na segunda-feira (9), o irmão da vítima, que mora em Itapema, foi até o apartamento onde ela morava e encontrou o imóvel com sinais de abandono há muitos dias, com comida estragada e muita louça suja na pia. O carro dela também não estava no local. Diante da situação, Matheus acionou a polícia no mesmo dia.

Na quarta-feira (11), um corpo esquartejado foi encontrado em um córrego no município de Major Gercino, na Grande Florianópolis, a cerca de 90 quilômetros da Capital. Na ocasião, a Polícia Civil (PCSC) identificou uma possível ligação do caso com o desaparecimento de Luciani. Posteriormente, o corpo foi identificado pelos familiares.

Segundo as investigações da PCSC, o tronco e outras partes do corpo teriam sido levados por um casal e um adolescente até uma ponte na área rural e jogados em um rio, divididos em cinco pacotes diferentes. Os suspeitos conseguiram fugir para o Rio Grande do Sul, mas foram presos pela Polícia Rodoviária Federal na cidade de Gravataí, na região metropolitana de Porto Alegre. Ainda de acordo com a polícia, os suspeitos estariam utilizando o CPF e meios de pagamento da vítima para realizar compras pela internet.

Uma mulher de 46 anos, que administrava o condomínio onde a vítima morava, também foi detida em flagrante por receptação, após diversos pertences de Luciani terem sido encontrados escondidos em um apartamento desocupado no residencial. As apurações da polícia apontam que a administradora estaria associada ao casal preso, se beneficiando das compras feitas em nome da vítima.

*Sob supervisão de Fernando Bortoluzzi

           

             

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