Durante a ação foram apreendidos componentes de oito carros, seis com sinais identificadores adulterados
Um empresário foi preso em flagrante na tarde de quarta-feira (18), no bairro Barreiros, em São José, na Grande Florianópolis. A prisão aconteceu durante uma operação da Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) que investiga a venda de peças automotivas de origem ilícita. A ação foi realizada em uma loja de autopeças, após denúncias apontarem a comercialização de componentes provenientes de veículos furtados ou roubados. A fiscalização integra a Operação 311 e foi realizada pela Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC), com apoio do Núcleo de Inteligência Integrado de São José, da Guarda Municipal e da Polícia Científica.
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Durante as diligências, os agentes apreenderam componentes automotivos ligados a oito veículos distintos. Seis deles apresentavam sinais identificadores removidos ou alterados, enquanto dois possuíam registro de furto nas cidades de São Paulo (SP) e Itapema (SC).
Ainda segundo a polícia, a adulteração ou remoção de sinais identificadores é uma prática utilizada para dificultar a rastreabilidade das peças e viabilizar sua comercialização irregular.
O empresário, responsável pelo estabelecimento, que não possuía antecedentes criminais, foi encaminhado à sede da DEIC e preso em flagrante pelos crimes de receptação qualificada e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.
Se somadas, as penas podem chegar a até 14 anos de reclusão, além de multa. Além disso, o fato de o homem não possuir antecedentes criminais pode ser considerado pela Justiça.
Crise no abastecimento se agrava e Pinhalzinho entra em situação de emergência
Falta de combustível já afeta serviços públicos essenciais; paralisação avança em Santa Catarina e pode ganhar dimensão nacional
O município de Pinhalzinho, no Oeste catarinense decretou situação de emergência após o desabastecimento de combustíveis começar a comprometer a prestação de serviços públicos. A medida permite que todos os órgãos da prefeitura atuem de forma conjunta e coordenada pela Defesa Civil, centralizando decisões e agilizando as ações para reduzir os impactos da crise. O objetivo é assegurar a continuidade de serviços essenciais, como saúde e segurança pública. O decreto tem validade de até 180 dias ou até a normalização do abastecimento, podendo ser revogado antes desse prazo.





