Produtos que eram fabricados em Santa Catarina imitavam marcas luxuosas internacionalmente conhecidas
Uma quantia milionária em roupas falsificadas foi apreendida nesta quinta (7) em uma ação de combate à pirataria no município de Brusque, no Vale do Itajaí. A operação visou a desarticulação de um esquema criminoso de fabricação e venda dos produtos, que imitavam, de forma ilegal, marcas de luxo internacionalmente conhecidas. Além dos itens de vestuário, máquinas utilizadas na produção também foram encaminhadas à delegacia para os procedimentos cabíveis.
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A Operação Fake Brand 2 – marca falsa, em português – foi coordenada pela Delegacia de Investigação de Crimes Ambientais e contra as Relações de Consumo (DCAC/DEIC), com o intuito de combater uma organização criminosa especializada em pirataria e violação de direitos de marca em Santa Catarina. Após um processo investigativo, a operação foi deflagrada nesta quinta com o cumprimento de sete mandados de busca e apreensão em locais relacionados aos investigados, como residências, estabelecimentos comerciais e galpões utilizados para fabricação, armazenamento e distribuição.
Nos referidos endereços, os agentes localizaram uma grande quantidade de itens “piratas”, incluindo marcas de luxo e esportivas, além de grandes máquinas e outros insumos utilizados para falsificar peças. Os itens foram apreendidos e encaminhados à delegacia para os procedimentos legais cabíveis. A quantia total apreendida não foi revelada. As investigações seguem para comprovar a origem ilegal das peças e identificar a participação de outros envolvidos no esquema criminoso.
Vale lembrar que a pirataria é tratada como crime pelo Código Penal Brasileiro, que estabelece pena de três meses a um ano de prisão. No caso de venda, como ocorreu neste episódio em Brusque, a punição é mais severa e varia de dois a quatro anos de reclusão, além do sequestro de bens.
Entenda os riscos à saúde de superbactéria encontrada em produtos Ypê
Anvisa determinou suspensão de venda e uso de 23 produtos da marca por ‘falhas graves na produção’
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quinta-feira (7) a suspensão da fabricação, comercialização e uso pelos consumidores de 23 produtos de limpeza da marca Ypê. Em novembro de 2025, a empresa detectou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em produtos de lotes com numeração final 1.









