Italiano pode alcançar ao menos três marcas, mas terá que apresentar bom desempenho e evolução
A Confederação Brasileira de Futebol confirmou a renovação de contrato com o técnico Carlo Ancelotti até a Copa do Mundo de 2030. A confirmação aconteceu nesta quinta-feira (15), por meio de anúncio na internet. Com o prolongamento do contrato, o italiano mira recordes importantes a frente da seleção e busca a consolidação como um dos maiores comandantes da história da “amarelinha”.
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São três marcas importantes que podem ser alcançadas pelo “Carleto” no comando da “amarelinha”. Uma delas é de dias ininterruptos a frente da equipe. Se ele levar o Brasil para a final da Copa de 2030, ele somará 1.896 dias de trabalho contínuo. Essa seria a terceira melhor marca da história, ficando atrás apenas de Tite (2.402) e Flávio Costa (2.002), que permaneceram por mais de seis anos.
Outra meta a ser alcançada diz respeito ao número de jogos. Caso ele tenha êxito nas competições eliminatórias que disputar, o calendário ficará mais “recheado”, colaborando para a meta de se tornar um dos que estiveram a frente da seleção por mais partidas. Os líderes do ranking são Zagallo e Parreira, dois dos mais históricos comandantes brasileiros, que têm mais de 100 jogos. Até o momento, Ancelotti tem apenas 10.
A última é de copas disputadas. O italiano pode chegar a dois mundiais em 2030 e se juntar a nomes importantes, como Parreira (1994 e 2006), Luiz Felipe Scolari (2002 e 2014), Telê Santana (1982 e 1986), Tite (2018 e 2022) e Vicente Feola (1958 e 1966). O recordista absoluto é Zagallo, que foi o treinador em três (1970, 1974 e 1998).
A expressão que vem sendo destacada é “pode”, porque a extensão do contrato não é uma garantia do cumprimento. Para permanecer até 2030, Ancelotti precisará ter bom desempenho, apresentar evolução no trabalho e, especialmente, ter um plano de trabalho que agrade os diretores da CBF e a torcida.
VÍDEO: “Barracão” irregular de venda de recicláveis é demolido no Norte da Ilha
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