Os ministérios da Pesca e do Meio Ambiente não publicaram a normativa e milhares de pescadores permanecem na expectativa
A pesca da tainha na modalidade de arrasto de praia permanece suspensa em Santa Catarina, mesmo após o governo federal anunciar a ampliação da cota destinada aos pescadores artesanais do Litoral Norte para a safra de 2026. A retomada da atividade ainda depende da publicação de uma portaria conjunta dos ministérios da Pesca e Aquicultura e do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Até lá, a proibição continua em todo o Estado.
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A suspensão ocorreu após o encerramento antecipado da safra da tainha para o arrasto de praia. Iniciada em 1º de maio, a temporada foi interrompida no último domingo (7), depois que o limite de captura autorizado para a modalidade foi praticamente alcançado. Com apenas 38 dias de atividade, o período foi considerado insuficiente por comunidades pesqueiras que dependem da tradição e da renda gerada pela pesca da espécie.
Aproveitando a situação o presidente Lula e deputados da situação tentaram tirar proveito político. Contudo o alinhamento para a liberação apenas ocorreu depois que o Governo de Santa Catarina, através da Secretaria Executiva de Estado da Aquicultura e Pesca (SAQ), encaminhou na tarde da última segunda-feira (08) um pedido formal ao MPA solicitando a convocação urgente do Grupo de Trabalho da Tainha. Durante a reunião, realizada na terça-feira (09) foram discutidas alternativas para atender a demanda dos pescadores artesanais catarinenses.
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