Jogador completa 39 anos nesta quarta-feira (24) e comportamento dentro de campo ainda chama a atenção
O atacante argentino Lionel Messi completa 39 anos de idade nesta quarta-feira (24), dois dias após marcar seu 18º gol em Copas do Mundo e tornar-se o maior artilheiro da história da competição. Na carreira, são mais de 900 gols marcados e inúmeros títulos individuais e coletivos. Mesmo com tanta exposição na mídia há mais de 20 anos, uma dúvida que ainda surge sobre o atleta é: ele é ou não é autista.
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O Transtorno do Espectro Autista é uma condição de neurodesenvolvimento que possui diversas características, as quais podem se manifestar ou não em pessoas dentro do espectro. As mais comuns são dificuldades na comunicação, interação social e padrões de comportamento, interesses ou atividades restritas e repetitivas. Em 2013, o jornalista brasileiro Roberto Amado atribuiu a genialidade de Messi a essa neurodivergência.
O surgimento do boato
No texto “Como o autismo de Messi ajudou-o a ser gênio”, publicado pelo escritor em seu blog, Roberto afirmou que o argentino havia recebido um diagnóstico de Síndrome de Aspenger – usado naquela época para se referir a pessoas autistas sem atraso intelectual ou grandes dificuldades de linguagem – e que a condição havia sido essencial para ele se tornar um jogador fora de série. A timidez em entrevistas, comportamento reservado e até o padrão de dribles e comportamento dentro de campo foram citados por Amado como provas de que o jogador era autista.
O texto se espalhou rapidamente pelo Brasil e, mesmo sem comprovação médica e relatos familiares sobre o assunto, a informação sobre a condição do atleta foi tomada como verdadeira pelo público. Poucos dias depois da publicação por Roberto Amado, o ex-jogador e senador Romário publicou em suas redes sociais sobre o assunto. “Vocês sabiam que o Messi tem Síndrome de Asperger? É uma forma leve de autismo, que deu a ele o dom do foco e concentração acima de tudo e de todos. Newton e Einstein também tinham níveis de autismo. Espero que, como eles, Messi se supere a cada dia e continue nos apresentando esse belo futebol”, escreveu.
Informação desmentida
A postagem do tetracampeão deu ainda mais repercussão à informação, que enfim chegou a Jorge Messi, pai de Lionel, que teve que negar publicamente a informação e afirmar que tomaria medidas judiciais a respeito. Romário voltou as redes e disse que estava apenas divulgando uma informação que circulava no Brasil.
Nesses 13 anos, a informação também já foi desmentida por Diego Schwarzstein, endocrinologista que cuidou do problema relacionado à falta do hormônio de crescimento no jogador, que disse em entrevista ao jornal UOL que Messi nunca foi diagnosticado com autismo.
Líder e menos tímido, mas boatos seguem
Hoje, com 39 anos a serem completados em breve, o jogador já se mostra menos tímido e com mais aspectos de liderança, mas vídeos virais do comportamento do jogador em jogos e treinos ainda circulam com força e mantêm o boato vivo, mesmo já desmentido.
Na Copa de 2026, ele segue como o principal jogador da seleção argentina, que é uma das favoritas a conquistar o título mundial, que seria o quarto da história do país e o segundo de Messi.
Anvisa aprova remédio inédito contra sintomas da menopausa
Primeiro tratamento sem hormônios autorizado no Brasil promete aliviar ondas de calor e suores noturnos
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o fezolinetanto, primeiro medicamento sem hormônios autorizado no Brasil para tratar os principais sintomas da menopausa, como ondas de calor e suores noturnos. Vendido com o nome Veoza, o remédio é indicado para mulheres que estão passando pela menopausa ou já entraram na fase pós-menopausa e sofrem com sintomas moderados ou intensos. A nova opção é voltada principalmente para quem não pode fazer reposição hormonal ou não teve melhora com esse tipo de tratamento.





