Na capital, Caracas, estruturas de grande porte desmoronaram, incluindo um edifício residencial de 14 andares que foi reduzido a escombros
Um novo terremoto de magnitude 4.8 foi registrado na Venezuela, agravando a situação humanitária no país neste sábado (27). O abalo sísmico intensificou o temor da população, que evita retornar às residências devido ao risco de novos tremores.
Na capital, Caracas, estruturas de grande porte desmoronaram, incluindo um edifício residencial de 14 andares que foi reduzido a escombros. A destruição afetou os serviços básicos, interrompendo o fornecimento de energia elétrica e os sinais de telecomunicações, o que dificulta a comunicação entre os moradores.
Diante do risco de desabamentos, parte da população está desabrigada, pernoitando em veículos, escolas, abrigos temporários ou nas calçadas. O aeroporto internacional, embora tenha sofrido danos estruturais, foi adaptado para receber suprimentos e equipes de suporte. Cerca de 15 delegações de socorristas estrangeiros, vindos de países como Brasil, México e nações árabes, desembarcaram em 25 voos para atuar nas buscas por sobreviventes.
Um novo terremoto de magnitude 4.8 foi registrado na Venezuela, agravando a situação humanitária no país neste sábado (27). O abalo sísmico intensificou o temor da população, que evita retornar às residências devido ao risco de novos tremores.
Na capital, Caracas, estruturas de grande porte desmoronaram, incluindo um edifício residencial de 14 andares que foi reduzido a escombros. A destruição afetou os serviços básicos, interrompendo o fornecimento de energia elétrica e os sinais de telecomunicações, o que dificulta a comunicação entre os moradores.
Diante do risco de desabamentos, parte da população está desabrigada, pernoitando em veículos, escolas, abrigos temporários ou nas calçadas.
O aeroporto internacional, embora tenha sofrido danos estruturais, foi adaptado para receber suprimentos e equipes de suporte. Cerca de 15 delegações de socorristas estrangeiros, vindos de países como Brasil, México e nações árabes, desembarcaram em 25 voos para atuar nas buscas por sobreviventes.
No âmbito local, voluntários e grupos de motociclistas coordenam a distribuição de insumos médicos, roupas e doações para as áreas afetadas.
Mortos e feridos
O número de vítimas fatais provocadas pelos fortes terremotos que atingiram a Venezuela ultrapassou a marca de 1,4 mil e 3 mil feridos, conforme o balanço oficial divulgado neste sábado (27) porJorge Rodríguez, presidente da Assembleia Nacional venezuelana. O país tenta se recuperar da sequência de sismos de grande magnitude iniciada na última quarta-feira (24). Ontem, um novo terremoto atingiu a costa do país.
Além do número de óbitos, o governo venezuelano confirmou que 3.348 pessoas ficaram feridas e 3.142 imóveis estão totalmente danificados. Segundo Rodríguez, quase 69 mil pessoas estão desaparecidas. O estado de La Guaira concentra os danos mais severos, com infraestruturas colapsadas e equipes de socorro enfrentando dificuldades de acesso para chegar às áreas isoladas pelos escombros.
Um novo terremoto de magnitude 4.8 foi registrado na Venezuela, agravando a situação humanitária no país neste sábado (27). O abalo sísmico intensificou o temor da população, que evita retornar às residências devido ao risco de novos tremores.
> Siga nosso canal no WhatsApp e receba as notícias do TVBV Online em primeira mão
Na capital, Caracas, estruturas de grande porte desmoronaram, incluindo um edifício residencial de 14 andares que foi reduzido a escombros. A destruição afetou os serviços básicos, interrompendo o fornecimento de energia elétrica e os sinais de telecomunicações, o que dificulta a comunicação entre os moradores.
Diante do risco de desabamentos, parte da população está desabrigada, pernoitando em veículos, escolas, abrigos temporários ou nas calçadas. O aeroporto internacional, embora tenha sofrido danos estruturais, foi adaptado para receber suprimentos e equipes de suporte. Cerca de 15 delegações de socorristas estrangeiros, vindos de países como Brasil, México e nações árabes, desembarcaram em 25 voos para atuar nas buscas por sobreviventes.
Um novo terremoto de magnitude 4.8 foi registrado na Venezuela, agravando a situação humanitária no país neste sábado (27). O abalo sísmico intensificou o temor da população, que evita retornar às residências devido ao risco de novos tremores.
Na capital, Caracas, estruturas de grande porte desmoronaram, incluindo um edifício residencial de 14 andares que foi reduzido a escombros. A destruição afetou os serviços básicos, interrompendo o fornecimento de energia elétrica e os sinais de telecomunicações, o que dificulta a comunicação entre os moradores.
Diante do risco de desabamentos, parte da população está desabrigada, pernoitando em veículos, escolas, abrigos temporários ou nas calçadas.
O aeroporto internacional, embora tenha sofrido danos estruturais, foi adaptado para receber suprimentos e equipes de suporte. Cerca de 15 delegações de socorristas estrangeiros, vindos de países como Brasil, México e nações árabes, desembarcaram em 25 voos para atuar nas buscas por sobreviventes.
No âmbito local, voluntários e grupos de motociclistas coordenam a distribuição de insumos médicos, roupas e doações para as áreas afetadas.
Mortos e feridos
O número de vítimas fatais provocadas pelos fortes terremotos que atingiram a Venezuela ultrapassou a marca de 1,4 mil e 3 mil feridos, conforme o balanço oficial divulgado neste sábado (27) porJorge Rodríguez, presidente da Assembleia Nacional venezuelana. O país tenta se recuperar da sequência de sismos de grande magnitude iniciada na última quarta-feira (24). Ontem, um novo terremoto atingiu a costa do país.
Além do número de óbitos, o governo venezuelano confirmou que 3.348 pessoas ficaram feridas e 3.142 imóveis estão totalmente danificados. Segundo Rodríguez, quase 69 mil pessoas estão desaparecidas. O estado de La Guaira concentra os danos mais severos, com infraestruturas colapsadas e equipes de socorro enfrentando dificuldades de acesso para chegar às áreas isoladas pelos escombros.
Figueirense empata em casa com Guarani e perde chance de encostar no G8
“Furacão” saiu na frente do placar, mas, mesmo com um jogador a mais em campo, tomou o empate do líder da competição
O Figueirense recebeu o Guarani no Estádio Orlando Scarpelli na manhã deste domingo (28) e empatou por 1×1 com gols de Zé Carlos, para o “Furacão” e Inaian, para o “Bugre”. Com o empate, o time catarinense permaneceu na 12ª posição. Já o Guarani se assegurou na liderança da competição.





