3 de julho de 2026
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Mega-Sena acumula R$33 milhões: o que fazer com um prêmio desse tamanho?

Foto: Reprodução
Apostas podem ser feitas até às 20h; confira simulações de investimento

A Mega-Sena realiza neste sábado (4) o sorteio do concurso 3.026, com prêmio estimado em R$33 milhões para quem acertar as seis dezenas. Com o acumulado, a expectativa em torno do prêmio cresce, e junto dela, uma pergunta inevitável para o futuro vencedor: o que fazer com uma quantia tão alta logo depois da virada da sorte?

Mais do que pensar em comemorações, o desafio passa a ser outro: como proteger e fazer esse dinheiro render. Afinal, deixar o valor parado na conta é mesmo a melhor decisão? E se esse montante pudesse gerar mais de R$221 mil por mês apenas em rendimentos? Pode parecer surpreendente, mas essa possibilidade existe e os números ajudam a entender por quê.

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O sorteio é realizado às 21h deste sábado, e as apostas podem ser realizadas até às 20h, em qualquer casa lotérica do país ou de forma online, pelo site oficial das Loterias Caixa e pelo aplicativo da Caixa. A aposta mínima, com seis números, tem custo de R$6,00. O resultado do concurso pode ser acompanhado ao vivo, com transmissão pelo canal da Caixa no YouTube e pelas redes sociais oficiais das Loterias Caixa no Facebook.

Rendimento compraria um apartamento em São José (SC)

Para termos uma idéia, a reportagem do Portal TVBV simulou aplicações do valor em renda fixa. Em um dos cenários, o sortudo poderia ter um rendimento de R$221.100,00 na poupança só no primeiro mês, sem tocar no prêmio. Ou seja, mensalmente, o ganhador teria acesso a um valor de aproximadamente 136 salários mínimos. Com esse montante, seria possível, por exemplo, adquirir um apartamento por mês no município de São José, sem comprometer o prêmio inicial.

A poupança é a aplicação mais tradicional e de confiança do brasileiro, ela é isenta de imposto de renda, e atualmente entrega 0,67% ao mês. Ou seja, tudo o que rende, vai direto para a conta, sem desconto.

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil/ARQUIVO

Aplicação do prêmio em outras modalidades rende mais ainda

Mas imagina se os R$33 milhões de prêmio pudessem render ainda mais? No caso, o valor poderia ser aplicado em outros tipos de renda fixa? Como CDB ou LCI?

Nas modalidades de renda fixa, como o LCI, uma mobilidade mais sofisticada e isenta de Imposto de Renda, que rende até 90% CDI, o retorno pode aumentar de forma significativa, podendo chegar a R$331.553 mil em apenas um mês se o ganhador optar por deixar todo o dinheiro do prêmio parado por apenas um mês.

Já, se o milionário decidir investir o valor em modalidades um pouco mais comuns como CDB ou Tesouro Selic, que paga 100% do CDI, com rendimento estimado em 1,12% ao mês, o valor bruto pode chegar a R$368.392 mil, no entanto, com o desconto do imposto de renda, o retorno mensal, sem tocar no prêmio inicial, cai R$285.504 mil. Ainda sim é um bom valor mensal que o sortudo poderia contar no bolso, não?

Entenda melhor

É importante destacar que esse desconto do Imposto de Renda não é fixo. No valor que excede R$ 285.504, aplica-se a alíquota de 22,5%, o que resulta em um imposto de aproximadamente R$ 82.888 sobre o rendimento (considerando alíquota atual). No entanto, esse cálculo considera apenas um período específico, sem resgate do valor principal do prêmio. O montante final do imposto pode variar conforme o tempo em que o dinheiro permanece investido e a forma como os rendimentos são acumulados ao longo do período.

Em geral, quanto mais tempo o valor ficar aplicado, menor é a porcentagem cobrada sobre os rendimentos. Ou seja, aplicações de curto prazo tendem a ter uma retenção maior de imposto, enquanto investimentos mantidos por mais tempo sofrem uma tributação menor, aumentando o ganho líquido ao longo do período.

Para esta simulação foram usados dados do Banco Central do Brasil para aplicações em renda fixa.*

“Fora do limite”: alunos colocam vidro em água de professora

Docente registrou boletim de ocorrência após ser alertada por estudantes; especialistas defendem medidas de responsabilização, justiça restaurativa e reforço do apoio psicológico nas escolas

Um caso de violência dentro de uma escola da rede municipal de São José dos Campos (SP) provocou indignação e reacendeu o debate sobre a segurança dos profissionais da educação. A professora Michele Ramos denunciou que alunos do 8º ano colocaram pedaços de vidro em seu copo de água durante uma aula. O episódio foi registrado em boletim de ocorrência e é investigado pela Delegacia de Polícia da Infância e Juventude do município.