Dirigido por Louis Leterrier, o longa estreou na última sexta-feira (7) e garantiu o primeiro lugar global de audiência na plataforma de streaming
O thriller suspense A Última Casa, estrelado pelo ator brasileiro Wagner Moura, alcançou o primeiro lugar entre os filmes mais assistidos da Netflix no mundo. O longa-metragem, que chegou ao catálogo da plataforma na última sexta-feira (7), assumiu o topo dos rankings globais monitorados pelo FlixPatrol, site especializado em computar os dados de audiência dos serviços de streaming, nesta segunda-feira (10).
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Sob a direção do cineasta francês Louis Leterrier, o longa garantiu a liderança mundial de visualizações mesmo diante de uma recepção dividida da crítica especializada. No Rotten Tomatoes, plataforma agregadora de resenhas cinematográficas, o filme soma apenas 27% de aprovação crítica. No banco de dados do IMDb, a produção sustenta uma nota média de 5,6 estrelas.
Tensão e sobrevivência no enredo
Na trama, Wagner Moura dá vida a Jason, um pai de família que vive ao lado da esposa Ann (interpretada pela atriz Greta Lee) e dos dois filhos do casal. A rotina da família é abruptamente interrompida quando uma força misteriosa e desconhecida os confina dentro do próprio lar, transformando a residência em uma perigosa prisão sem saídas aparentes.
Sem entender a origem ou a natureza da ameaça que os cerca, a família é forçada a criar estratégias de sobrevivência à medida que os mantimentos começam a se esgotar. O isolamento, aliado ao desabastecimento de água e comida, acentua o desespero dos personagens, que precisam testar os limites do medo para se manterem vivos.
Dia do advogado foi de homenagem ao segundo profissional mais antigo do estado
Antônio Boabaid tem 96 anos e voltou a segurar ficha de inscrição quase 70 anos depois de ingressar na OAB/SC
O Dia Nacional dos Advogados, celebrado nesta terça-feira (11), foi de homenagem a Antônio Boabaid, segundo profissional do ramo mais antigo do estado ainda vivo. Aos 96 anos de idade, o idoso recebeu das mãos da vice-presidente da OAB/SC, Gisele Kravchychyn, sua ficha de inscrição, datada de 1957, antes da inauguração de Brasília, em 1960. “É uma vida”, disse, sem desprender os olhos dos papéis.





