12 de agosto de 2026
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Após polêmica por emissão de CO₂, Virginia cancela novo voo à academia

Imagens: Reprodução/Instagram/@virginia
Influenciadora alegou que não iria para a WeGYM em Goiânia por ter outros compromissos

Entre segunda e terça-feira (11), Virginia Fonseca fez viagens de São Paulo para Goiânia para a academia WeGYM. Dona de um Cessna Citation Sovereign, avaliado entre R$ 25 milhões e R$ 45 milhões, preferiu fazer o treino da manhã na academia que fica em Goiânia, a 1h15min de viagem de São Paulo, ao invés de fazer o treino onde está hospedada ou em outra academia na capital paulista.

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A queima de 1 litro do combustível usado pelo avião de Virginia emite aproximadamente 2,5kg de dióxido de carbono na atmosfera (CO₂). O composto químico, quando lançado no ar, impulsiona o aquecimento global e intensifica as mudanças climáticas no planeta Terra.

Com estes dados, ao fazer uma conta simples Virginia Fonseca emitiu, em três viagens entre Goiânia e São Paulo, algo em torno de 7,2 toneladas de CO₂ na atmosfera. Caso ela ainda volte para São Paulo hoje, esse número sobe para 9,6 toneladas de gás carbônico.

Para que a natureza neutralize o impacto das duas viagens de Virginia Fonseca para a academia e de volta para São Paulo, é preciso mais de 436 árvores para absorver o CO₂ emitido durante um ano inteiro. Uma árvore sozinha precisa de mais de 400 anos para poder absorver o gás carbônico emitido pelo jatinho de Virginia Fonseca.

Nas redes sociais, a viagem de bate e volta entre Goiânia e São Paulo foi criticada pelos internautas, que viram um impacto desnecessário na natureza. “O mundo se acabando em poluição e a Virginia viajando de jatinho particular só para treinar em outra academia”, disse um.

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