Coleção Perifa Jeans reúne 20 peças criadas durante formação gratuita do Costura Perifa, projeto do Cidades Invisíveis que transforma aprendizado em oportunidade de geração de renda
Um pedaço de jeans que poderia ser descartado ganha novas formas pelas mãos de mulheres que aprenderam a transformar tecido, criatividade e conhecimento em oportunidade. Essa é a proposta da Perifa Jeans, primeira coleção criada pelas alunas do Costura Perifa, projeto do Cidades Invisíveis, organização social de Florianópolis, que utiliza a costura como ferramenta de capacitação, geração de renda e desenvolvimento de novas possibilidades profissionais.
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Com 20 peças exclusivas, entre jaquetas, coletes, kimono, saias, bolsas e ecobags, a coleção nasceu com o objetivo de criar produtos de alto valor agregado a partir do reaproveitamento de retalhos de jeans. Cada criação carrega características próprias, resultado da combinação entre diferentes tecidos, técnicas artesanais e o olhar de quem participou do processo de desenvolvimento.
O jeans foi escolhido como matéria-prima por sua presença democrática na moda e por sua durabilidade. Durante a produção, cerca de 90% da área do tecido foi aproveitada, incluindo pernas de calças, bolsos, detalhes e pequenos fragmentos incorporados ao design. O que antes seria resíduo passa a integrar peças únicas, com modelagens unissex e diferentes propostas de caimento.
A idealização da coleção foi conduzida por Maria Lidia Cardoso, coordenadora da marca social Moda do Cidades, em parceria com Marizete de Liz, professora responsável pelo curso de Corte, Costura e Modelagem. O desenvolvimento das peças envolveu referências criativas e um processo colaborativo, no qual as alunas tiveram liberdade para criar propostas próprias, organizadas em trios.
Loja famosa por “não querer cliente pobre” vendia produtos falsificados, diz Procon
Empresa foi multada por conduta considerada discriminatória e pelo comércio de mercadorias irregulares
A proprietária de uma loja de roupas femininas que viralizou ao dizer que “não queria cliente pobre” foi multada em dois processos administrativos, por conduta discriminatória e comércio de itens irregulares e vencidos. Segundo o Procon, ao menos18 itens encontrados no estabelecimento tinham origem irregular e outros estavam fora do prazo de validade.





