O Avaí entrou em campo na noite de ontem, na Ressacada, e empatou seu jogo diante do Vila Nova pelo placar de 1 a 1, como dito aqui nesta coluna nesta segunda-feira. O time comandado por Allan Aal teve modificações, contando com o retorno do importantíssimo Daniel Penha e com a estreia de seus novos contratados.
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Mesmo com promoção de ingressos, cerca de cinco mil pessoas compareceram à Ressacada para assistir ao espetáculo. Na minha opinião, um público pequeno, o que pode ser justificado pelo horário ingrato da partida e pelo dia ruim do jogo.
Vencer o jogo de ontem era quase que uma obrigação do Avaí. Não pelo adversário, que é qualificado e briga na parte de cima da tabela, mas sim pela necessidade de pontuar nos jogos que restam nesta Série B. O time comandado por Allan Aal mais uma vez saiu atrás no placar, o que obrigou a equipe a correr atrás do prejuízo durante o resto do jogo. Aliás, esta tem sido uma máxima do Avaí nesta temporada. O problema é que nem sempre o time conseguirá buscar a virada diante de um resultado adverso. O empate veio na qualidade absurda de Daniel Penha, que faz total diferença nos onze dentro de campo.
O Avaí não foi mal na partida. O jogo foi equilibrado, com um primeiro tempo mais favorável ao Vila e o segundo tempo mais favorável ao Avaí. Garra e empenho pude perceber que não faltaram. O time bem que tentou e conseguiu se impor em várias situações, mas não saiu vencedor.
Ainda não consigo, mesmo com os erros, responsabilizar Allan Aal pelo desempenho da equipe. O treinador ainda tenta encontrar um jeito de jogar, com o entra e sai de jogadores, o que dificulta bastante organizar a casa.
O comandante comete alguns equívocos, como a retirada de Jean Lucas, que na partida de ontem estava bem em campo. Mas esta é a nossa avaliação externa; o dia a dia é do treinador. No futebol, resultados derrubam técnicos, e o Avaí precisa urgentemente parar de oscilar para que os pontos venham. Este freio nas oscilações passa diretamente pela organização técnica e tática do time. Cabe ao treinador fazer esta equipe jogar mais e conquistar os resultados necessários.
Um ponto, diante das circunstâncias do jogo, foi importante; porém, um ponto em um cenário de um time que vem de três derrotas consecutivas e está na zona de rebaixamento preocupa. Ainda acredito que o Avaí pode se livrar do rebaixamento. Restam 10 jogos a serem feitos e o clube precisa conquistar 15 pontos — um desempenho que não teve até aqui. Resta saber se, com os novos contratados e com o retorno de Penha, o time volta a conquistar vitórias. O próximo adversário é o Goiás, fora de casa. O time goiano não está bem e considero a partida lá completamente “vencível”. É hora de Allan Aal começar a vencer, caso contrário os pontos vão ficar cada vez mais escassos. Permanecer é preciso.
Hemosc convoca doadores de sangue diante de baixa no estoque
Tipo O- está em nível crítico e necessita de reposição urgente
O Centro de Hemoterapia de Santa Catarina (Hemosc) está convocando doadores diante da baixa no estoque do banco de sangue. O principal alerta é para o tipo O-, considerado doador universal, que está em nível crítico, segundo atualização no site da instituição.





