Após um período de turbulência que fez o torcedor carvoeiro prender o fôlego, o Criciúma encontrou a sua luz no fim do túnel e deu uma resposta de peso no momento mais agudo da Série B. A chegada do técnico Umberto Louzer estabilizou o vestiário e recolocou o Tigre nos trilhos. Com duas vitórias categóricas em sequência — os 3 a 0 sobre o Avaí e os 2 a 0 diante do Londrina —, a equipe não apenas garantiu 53 pontos e a 4ª colocação, mas resgatou a solidez defensiva que parecia perdida, passando os dois jogos sem sofrer gols.
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O Tigre vai conquistar o acesso ?
Diante do cenário atual, a resposta é sim: o Criciúma vai chegar ao acesso para a Série A. O ceticismo que rondava o Heriberto Hülse após os tropeços no início do segundo turno foi sepultado pela postura recente do elenco. O Tigre recuperou o fator psicológico, que costuma ser o divisor de águas nas últimas sete rodadas de um campeonato tão equilibrado.
Embora o novo regulamento de 2026 seja rigoroso — exigindo o G-2 para a vaga direta e empurrando do 3º ao 6º lugar para o mata-mata dos playoffs —, o Criciúma tem o calendário e o momento a seu favor. O time está a apenas três pontos do líder Juventude e colado no Vila Nova. Essa proximidade dá ao elenco o combustível necessário para buscar o G-2 e evitar o desgaste dos playoffs.
A força histórica do Majestoso, combinada com uma defesa restabelecida e um ataque que sabe decidir, carimbará o passaporte do Criciúma para a elite do futebol brasileiro. O torcedor pode acreditar, porque o Tigre tem futebol, camisa e comando para voltar ao topo.
Nunes Marques cogita libertar Bolsonaro e ‘zerar’ julgamento após 2º turno
Pessoas próximas dizem que entrou no radar do ministro a possibilidade de tomar uma decisão favorável ao ex-presidente
Antes das eleições, estava fora dos planos de Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), conceder liminar para libertar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Passado o primeiro turno, com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) arrancando na frente da disputa, pessoas próximas dizem que entrou no radar do ministro a possibilidade de tomar uma decisão favorável ao ex-presidente.





