Prato tradicional no Brasil reduz deficiências nutricionais, custa menos e tem menor impacto ambiental
A união do arroz, originário da China, com o feijão, nativo das Américas, consolidou-se como uma mania nacional no Brasil a partir dos anos 1940, impulsionada pela chegada da cesta básica. Atualmente, essa dupla dinâmica, que constitui a base da alimentação de 90% dos brasileiros, foi confirmada como um dos pilares da saúde pública no país.
Um estudo recente da Faculdade de Saúde Pública da USP, publicado na renomada revista científica Public Health Nutrition, analisou dados de mais de 46 mil pessoas com idade superior a 10 anos. De acordo com as fontes, indivíduos que consomem arroz e feijão com frequência possuem hábitos alimentares significativamente mais saudáveis.
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A pesquisa indica que a presença do arroz e feijão no prato costuma vir acompanhada de outros alimentos benéficos, como saladas, legumes e proteínas. Essa combinação favorece a ingestão de nutrientes essenciais, com destaque para fibras, ferro e potássio.
Os principais achados do estudo destacam três vantagens fundamentais dessa dieta:
• Melhor perfil nutricional: Dietas ricas em arroz e feijão apresentam menos inadequações nutricionais;
• Sustentabilidade: Este padrão alimentar gera um menor impacto ambiental em comparação com outras opções;
• Economia: A combinação representa um menor custo total para o orçamento das famílias.
Em suma, o estudo da USP reforça que manter a tradição do arroz com feijão não é apenas uma questão de paladar ou cultura, mas uma escolha estratégica que promove uma vida mais saudável e sustentável.
SC passa a utilizar gases de dejetos da suinocultura para abastecer indústria
Iniciativa que une empresas, setor produtivo, universidades e poder público possibilita fornecimento de biometano canalizado
Com a assinatura do primeiro contrato de fornecimento de gás biometano do Estado, resíduos da produção animal passam a ser transformados em combustível renovável para abastecer a indústria. A iniciativa, firmada na terça-feira (14) na sede da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), em Florianópolis, inaugura um novo mercado de produção energética sustentável em Santa Catarina.





