O “mistão” do Avaí perdeu, na noite desta quarta-feira (8), para a Chapecoense na Arena Índio Condá. O time do Oeste também estava com seu elenco mesclado, também pensando em poupar seus jogadores para o que mais importa neste momento: o Campeonato Brasileiro.
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Muitos torcedores comentam que o Avaí não deveria nem ter entrado nesta competição se não fosse para levar a sério e competir com força máxima. De início, eu pensava exatamente a mesma coisa. Só que, baseando-me nos fatos, começo a entender que a atitude do departamento de futebol azurra é acertada. Dar rodagem, ritmo de jogo e entrosamento para os reservas é fundamental. Além de tudo, temos o fator da carga excessiva de jogos deste período pré-Copa do Mundo, em que os times precisam conciliar o já finalizado Campeonato Estadual, Copa do Brasil, Copa Sul-Sudeste e o Campeonato Brasileiro.
Se a estratégia será acertada, eu não sei; mas, na minha avaliação, mesmo com os resultados negativos e a já quase consumada eliminação da Copa Sul-Sudeste, o Avaí esta correto em gerir seu elenco desta forma. Isso evita contusões mais graves, dá oportunidade para alguns jogadores e amplia o leque de opções para o técnico Cauan de Almeida.
João Nilson Zunino
Hoje, o maior presidente que o Avaí já teve completaria 80 anos. Um homem que deixou um legado de sucesso como médico, empreendedor e desportista, trazendo títulos e uma mudança física, moral e imaterial ao clube azurra.
E, para celebrar seu octogésimo aniversário, sua família — coordenada pela filha Daniela Zunino e pelo escritor e jornalista Maurício Oliveira — irá lançar a biografia “Zunino além da medicina e do futebol” hoje à noite, a partir das 19h, na Lagoa da Conceição. Aqui deixo os cumprimentos à família e dou os parabéns pela bela iniciativa. Sem dúvida, ele merece ser homenageado e lembrado. A biografia se torna um documento que marca a história de alguém tão importante para o futebol do Avaí e de Santa Catarina.

Árbitro catarinense é confirmado na Copa do Mundo de 2026
Essa é a primeira vez que Santa Catarina terá representante no quadro de arbitragem de um mundial
A arbitragem catarinense será representada na Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá. A FIFA, entidade responsável pela organização do evento, revelou, nesta quinta-feira (9), que Ramon Abatti Abel, natural de Araranguá, é um dos 170 árbitros que estarão na próxima edição da competição. Essa é a primeira vez que um catarinense apitará em um mundial. Além dele, o Brasil ainda está representado por mais oito nomes.




