Adolescente está com a família; outra brasileira ferida no ataque segue internada, mas sem risco de morte
Uma adolescente brasileira de 13 anos, baleada durante um ataque a tiros nas pirâmides mexicanas de Teotihuacan, recebeu alta hospitalar e está com a família, informou o Ministério das Relações Exteriores nesta quarta-feira (22).
A outra brasileira ferida no ataque, uma mulher de 55 anos, segue internada, mas sem risco de morte. Segundo as autoridades mexicanas, 13 pessoas ficaram feridas no ataque. Uma turista canadense não resistiu aos ferimentos e morreu. O caso aconteceu na segunda-feira (20).
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Promotores mexicanos disseram em uma publicação na plataforma X, antigo Twtter, que o atirador foi identificado como Julio Cesar Jasso Ramirez, de 27 anos. Ele teria se hospedado nas proximidades da zona arqueológica dias antes para executar o crime.
Até o momento, a polícia mexicana trabalha com a hipótese de que o atirador agiu sozinho. Com ele, foram encontrados diversos itens que indicam a premeditação do ataque, incluindo uma mochila tática, passagens de ônibus e um celular analógico.
Entenda o caso
Um homem armado abriu fogo contra visitantes do topo de uma das pirâmides do sítio arqueológico de Teotihuacan, nos arredores da Cidade do México, resultando na morte de uma mulher canadense e deixando outras quatro pessoas feridas. Após a ação, o atirador cometeu suicídio no local.
O caso segue sob investigação da procuradoria mexicana para entender a motivação por trás do atentado e se há qualquer conexão com grupos extremistas, embora as evidências iniciais apontem para uma ação isolada do indivíduo de 27 anos.
As pirâmides de Teotihuacan representam um dos destinos turísticos mais emblemáticos do México, tendo registrado a visita de 1,8 milhão de pessoas apenas no último ano. A violência no centro cultural, que foi um dos mais importantes da Mesoamérica, ocorre em um momento de atenção redobrada à segurança, enquanto o país se prepara para co-organizar a Copa do Mundo da FIFA de 2026.
Advogados e PM teriam atuado para entregar smartwatches a presos na Penitenciária de Joinville
Suspeitos foram alvo de uma operação do GAECO nesta quarta-feira (22)
Dois advogados e um policial militar estão entre os alvos de uma operação do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) que apura a entrada clandestina de relógios inteligentes (smartwatches) no Complexo Penitenciário de Joinville, no Litoral Norte de Santa Catarina. Uma pessoa foi presa em flagrante no cumprimento de ordens judiciais na manhã desta quarta-feira (22).





