Organização conta com equipes integradas e terceirizados colocando a mão na massa para fazer a festa acontecer
O Carnaval de Florianópolis 2026, que deve reunir cerca de 1,5 milhão de pessoas ao longo de seis dias de festa, começa nesta sexta-feira (13). No entanto, muito antes de o primeiro bloco tomar as ruas e dos shows começarem, a produção do evento trabalha há meses a todo vapor nos bastidores. Em todo o esquema de organização, são mais de 4 mil trabalhadores envolvidos diretamente em diversas áreas da maior festa popular da cidade.
A edição deste ano contará com arenas espalhadas em nove bairros da cidade, onde haverá a concentração dos foliões e também o palco para as principais atrações musicais da festa. Somente nestes espaços, são mobilizadas equipes de produção, montagem, operação, segurança, limpeza e atendimento ao público. “O Carnaval vai além da festa. Ele mobiliza a economia local, gera empregos temporários e ativa cadeias criativas”, afirma Fernando Ligório, CEO do Grupo 4ZERO4, responsável pela organização do Carnaval de Rua de Florianópolis.
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Além das equipes diretas, dezenas de empresas terceirizadas atuam de forma integrada em áreas como sonorização, iluminação, segurança privada, limpeza urbana, alimentação, tecnologia e monitoramento. A coordenação centralizada garante padronização e eficiência, mesmo com realidades diferentes em cada arena.
A montagem da estrutura é o ponto mais delicado de toda a logística, justamente por acontecer em espaços públicos e em meio à rotina normal dos moradores. O processo começa com pelo menos 15 dias de antecedência e exige um planejamento minucioso. Durante esse período, bairros seguem com moradores circulando, comércio funcionando e turistas chegando. “É fundamental um trabalho de articulação e comunicação constante com a comunidade local, garantindo que ninguém seja impactado de surpresa”, afirma Ligório.
> Confira a programação completa dos blocos e Arenas do Carnaval de Floripa 2026
Quando a festa começa, o desafio muda de foco. Durante os dias de evento, diversas frentes funcionam simultaneamente: produção de palco, segurança integrada, controle de acessos, monitoramento por câmeras, limpeza contínua, atendimento médico e logística de abastecimento. Tudo é acompanhado pelos centros de controle que ajustam a operação conforme a dinâmica da festa, garantindo fluidez e resposta rápida a qualquer situação.
Para o CEO do Grupo 4ZERO4, o maior desafio — e também o principal diferencial — de Florianópolis está na diversidade. “Não existe um único Carnaval. São vários carnavais acontecendo ao mesmo tempo, em diferentes regiões, com públicos e tradições próprias”, diz Ligório. Após o encerramento das festas, a desmontagem das estruturas também segue um cronograma definido. Os principais acessos são liberados em até dois dias, e em cerca de uma semana toda a estrutura é retirada, permitindo que a cidade retome sua rotina.
‘Absolutamente tranquilo’: delegado-geral da PCSC reage à apuração do MPSC sobre condutas
Ulisses Gabriel é alvo de um procedimento preparatório para coletar informações sobre atuação na investigação do caso do cão Orelha
O Delegado-Geral da Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), Ulisses Gabriel, afirmou que está “absolutamente tranquilo” em relação à instauração de um procedimento pelo Ministério Público (MPSC) para apurar a conduta do chefe da corporação no caso da morte do cão Orelha. A manifestação foi feita nesta quarta-feira (11), um dia após a instrução pelo MPSC.





