Resultado do inquérito elaborado pela Superintendência regional da PF em Minas Gerais deve ser apresentado ao ministro André Mendonça, do STF
A Polícia Federal concluiu nesta quarta-feira (22) que Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário” e apontado como um dos auxiliares do banqueiro Daniel Vorcaro, atentou contra a própria vida quando estava detido na Superintendência regional da corporação em Minas Gerais.
Além disso, a Superintendência regional da PF também não encontrou indícios de participação de outra pessoa ou de pressão que tenha levado a morte de Sicário. A informação foi divulgada pelo portal g1 e confirmada pela reportagem da Band.
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O resultado do inquérito elaborado pela Superintendência da PF em Minas Gerais deve ser apresentado ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do caso Banco Master.
Procurado pela reportagem, o advogado da família de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão declarou que soube da conclusão pela imprensa e que aguarda acesso ao teor do inquérito.
Relembre o caso
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão foi encaminhado no dia 4 de março para a carceragem da Polícia Federal em Minas Gerais após cumprimento do mandado de prisão emitido pelo ministro André Mendonça, durante a terceira fase da operação Compliance Zero.
Após tentar se enforcar dentro da cela, ele foi reanimado por policiais da corporação, que acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). “Sicário” foi encaminhado ao hospital, mas teve a morte cerebral confirmada no dia 6 de março.
Segundo as investigações, Mourão atuava como ajudante do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do banco Master. Sicário, como era chamado pelo empresário, seria responsável pelo monitoramento e obtenção de informações sigilosas de pessoas consideradas adversárias dos interesses do banqueiro.
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