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24 de março de 2026
TVBV ONLINE
Policial

Cinco são presos em diferentes estados suspeitos de praticar golpe do “falso advogado”

Foto: PCSC
Investigação aponta que um dos suspeitos faturou cerca de R$ 5 milhões com o crime; vítimas dos investigados eram moradoras de SC

Cinco suspeitos de praticarem o golpe do “falso advogado” em vítimas catarinenses foram presos em três estados brasileiros nesta terça-feira (24). Segundo a investigação, eles se passavam como profissionais da área do direito para enganar as vítimas e receber valores indevidos. Um deles, inclusive, teria faturado cerca de R$ 5 milhões em um curto período de tempo. Um outro alvo da operação, denominada “Falso Precatório”, segue foragido.

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Foram cumpridos, na manhã desta terça, seis mandados de prisão preventiva e 21 de busca e apreensão em endereços vinculados aos suspeitos nos estados de Alagoas, São Paulo, Ceará e Bahia. As prisões foram concluídas em São Paulo (2), Fortaleza (2) e Maceió (Maceió). As ações foram coordenadas pela Delegacia de Combate a Estelionatos (DCE) do Departamento de Investigações Criminais de Joinville, em atuação conjunta com o Núcleo de Inteligência e Segurança do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (NIS/TJSC).

Os mandados visam coletar provas e demais materiais de interesse da investigação para apurar o modus operandi dos suspeitos. Segundo as diligências, os envolvidos eram de outros estados, mas faziam suas vítimas em Santa Catarina, por meio do golpe do “Falso Advogado”. Para induzi-las a realizar transferências bancárias, eles utilizavam a identidade de advogados legítimos para simular a liberação de valores judiciais. Desta forma, eles tiveram lucros milionários. Um dos investigados, inclusive, teria faturado cerca de R$ 5 milhões, conforme a apuração.

Ele começou a ter as atividades monitoradas pelas autoridades quando foi notado que a vida de luxo que ele ostentava não era compatível com a renda declarada. Ele fazia diversas viagens internacionais e exibia itens de luxo e gastos elevados, evidenciando o proveito criminoso obtido através do prejuízo das vítimas. Ele e os outros quatro presos permanecerão em cárcere para o andamento da investigação. O sexto suspeito segue sendo procurado.

A operação contou com o apoio coordenado e fundamental das seguintes instituições: DECRIM, DECOD, DRR do Departamento de Investigações Criminais de Joinville, 2ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) de Joinville, Diretoria de Inteligência Policial de Alagoas (DINPOL), Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Alagoas, CORE da Polícia Civil de Alagoas, Polícia Civil do Estado de São Paulo, Polícia Civil do Estado do Ceará, Polícia Civil do Estado da Bahia e Núcleo de Inteligência do TJSP.

           

             

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