Vítima conduzia veículo que estava em alta velocidade quando colidiu contra a traseira de outro caminhão
Um grave acidente envolvendo dois caminhão dentro do túnel do Morro Agudo, em Paulo Lopes, na Grande Florianópolis, deixou um dos condutores ferido com gravidade no fim da manhã desta quinta-feira (15). Ele ficou preso entre as ferragens após colidir contra a traseira do outro veículo. Ele foi liberado com o auxílio das equipes de resgate, atendido no local com diversos ferimentos e encaminhado à Unidade Avançada de Atendimento para atendimento especializado.
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Pelas imagens divulgadas pelo Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina é possível ver a força com que aconteceu a colisão. A frente do veículo onde estava a vítima ficou completamente destruída, com o para-choque bastante danificado e para-brisa também destruído.
A batida aconteceu por volta das 11h20 e a ocorrência foi atendida por uma equipe do quartel do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina da Pinheira. Conforme o relatório da corporação, quando os oficiais chegaram ao local, agentes da Polícia Rodoviária Federal e da Concessionária CCR já trabalhavam no resgate.
Para retirar a vítima, identificada como um homem de 47 anos, das ferragens, as equipes de resgate da CCR precisaram retirar a porta do motorista e retirá-lo de dentro. De acordo com avaliações iniciais, o condutor foi diagnosticado com traumatismo cranioencefálico (TCE), ferimentos em membros superiores e na face.
A guarnição do CBMSC auxiliou na extração da vítima, que foi retirada em maca rígida e permaneceu sob os cuidados da equipe da CCR, sendo conduzida para interceptação com a unidade avançada de atendimento. O local ficou aos cuidados da PRF.
Dupla de irmãos é condenada por lavagem de dinheiro e roubos
Uma das vítimas teve um prejuízo de quase R$ 1,5 milhão
Uma dupla de irmãos acusados de praticar roubos, furtos e lavagem de dinheiro foi condenada nesta semana pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina, na comarca de Araranguá, no Sul do estado. A pena de um deles, citado como mentor, foi fixada em 20 anos e 10 dias em regime fechado. A do comparsa foi menor, de quatro anos em regime semiaberto. Além disso, também foi estabelecida a indenização à uma vítima no valor de quase R$ 1,5 milhão e de valores menores a estabelecimentos que também foram vitimados pelos homens. Os bens adquiridos com o dinheiro resultante dos crimes foram bloqueados. Um sobrinho também foi citado na peça acusatória, mas ele foi absolvido por falta de provas quanto ao dolo a pedido do Promotor de Justiça.





