26 de março de 2026
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Policial

Criminosos usam Havan em fraude de meio milhão e são alvo de operação

Foto: PCSC
Organização criminosa abriu conta bancária falsa em nome da empresa catarinense; suspeitos foram identificados em três estados

A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC), deflagrou nesta quinta-feira (26), a “Operação Dublê”, destinada a desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes e lavagem de dinheiro, que abriu uma conta bancária de forma fraudulenta em nome da Havan S.A., empresa catarinense, utilizando dados da companhia sem autorização dos representantes legais.

Segundo investigações, em apenas 24 horas, a conta recebeu cerca de R$ 576 mil provenientes de vítimas de golpes aplicados em diversos estados do país. A ação, que contou com apoio das Polícias Civis de São Paulo, Paraná e Minas Gerais, resultou no cumprimento de 10 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Valinhos e Caraguatatuba (SP), Ponta Grossa (PR) e Viçosa (MG).

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Os valores foram rapidamente transferidos para outras contas controladas pelos suspeitos e distribuídos em diversas transações para dificultar o rastreamento. Segundo a polícia, eles usavam métodos típicos de lavagem de dinheiro, como dividir o dinheiro em pequenas quantias, fazer várias transferências consecutivas, repetir repasses iguais e usar empresas para esconder a origem ilícita dos recursos.

Até o momento, sete suspeitos foram identificados como responsáveis pela movimentação e ocultação dos valores.

As medidas cautelares determinadas pela Polícia Civil, cumpridas nesta quinta-feira (26), visam à coleta de provas adicionais, incluindo dispositivos eletrônicos e documentos, para a identificação de outros possíveis envolvidos no crime.

As investigações seguem em andamento e os suspeitos podem responder pelos crimes de estelionato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro, entre outros que venham a ser constatados.

Os suspeitos podem responder por estelionato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro, além de outros crimes que possam ser constatados durante a investigação. Se condenados, podem cumprir de 1 a 5 anos de prisão por estelionato, por enganar vítimas para obter vantagem financeira; de 1 a 5 anos por falsidade ideológica, por inserir informações falsas em documentos; e de 3 a 10 anos por lavagem de dinheiro, por tentar ocultar a origem ilícita dos recursos. Segundo especialistas, as penas podem ser ainda mais severas caso seja comprovada a participação em organização criminosa ou a prática em larga escala.

           

             

Israel matou comandante do Irã que fechou o Estreito de Ormuz, diz jornal

Segundo o jornal Times of Israel, Alireza Tangsiri foi morto em um ataque em Bandar Abbas, no sul iraniano. Teerã ainda não se manifestou

O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, declarou que o comandante da Marinha da Guarda Revolucionária do Irã, Alireza Tangsiri, foi morto em um ataque em Bandar Abbas, no sul iraniano. A informação foi divulgada pelo jornal Times of Israel nesta quinta-feira (26).