Inquérito aponta que vítima foi mantida presa dentro de casa por cerca de quatro meses sem qualquer tipo de contato com familiares
Um dentista foi preso suspeito de manter a companheira em cárcere privado por um período de quatro meses e a obrigou a fazer 10 tatuagens com o nome dele foi preso nesta terça (14) em Itapema, no Litoral Norte catarinense. O mandado de prisão contra o homem foi expedido pela justiça do Rio Grande do Sul, estado de origem da vítima, para onde ela fugiu após conseguir se livrar. O suspeito responderá pelos crimes de cárcere privado, lesão corporal, ameaça e dano no contexto de violência doméstica.
> Siga nosso canal no WhatsApp e receba as notícias do TVBV Online em primeira mão
Os crimes aconteciam dentro de um imóvel no bairro Várzea, em Itapema, que era utilizado como residência e consultório pelo suspeito. No local, o dentista, de 40 anos, manteve a própria companheira, de 39, em cárcere privado por cerca de quatro meses, período em que não teve contato com familiares e foi obrigada a tatuar dez vezes o nome do companheiro pelo corpo. Ela conseguiu fugir e foi ao município de Esteio, no Rio Grande do Sul, onde denunciou o caso na Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM).
Nesta terça, foi deflagrada a “Operação Ötzi”, que cumpriu um mandado de prisão e um de busca e apreensão no imóvel. Durante as diligências, agentes da Delegacia de Proteção à Criança Mulher e Idoso (DPCAMI) de Itapema e da DEAM de Esteio apreenderam duas pistolas, 61 munições de calibre 9mm e dois aparelhos celulares. No local, também foram encontrados pertences da vítima já organizados em malas.
O homem estava no imóvel no momento da operação e foi preso, sendo encaminhado à Delegacia de Polícia de Itapema para os procedimentos legais e, posteriormente, encaminhado ao Presídio Regional, onde permanece à disposição da Justiça gaúcha
Governo lança linha de crédito emergencial para apoio a maricultores afetados pelo clima
Aquecimento anormal das águas do oceano provocado pelo El Niño causou grande prejuízo às fazendas de ostras catarinenses em 2026
Os maricultores de Santa Catarina afetados pela mortalidade excessiva de ostras em decorrência de adversidades climáticas em 2026 receberão um apoio financeiro no valor de R$ 50 mil do estado. A linha emergencial de crédito foi aprovada nesta terça-feira (14) pelo Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural (Cederural) e visa dar suporte para os produtores comprarem insumos ligados à maricultura e recuperar as fazendas.





