Crime aconteceu durante o Carnaval de 2016 e resultou na morte de vendedor ambulante
O Tribunal do Júri condenou nesta quinta-feira (19) o empresário Raulino Jacó Brüning Filho, que atingiu três pessoas enquanto dirigia embriagado no Carnaval de 2016, em Florianópolis. O acidente resultou na morte do vendedor ambulante Edevaldo Veloso Amaro, de 20 anos.
Raulino foi condenado a 7 anos e 8 meses de prisão em regime semiaberto por homicídio doloso, duas tentativas de homicídio e embriaguez ao volante. A denúncia do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) incluiu ainda o crime de omissão de socorro, mas que acabou prescrevendo. A defesa do condenado afirma que avalia recorrer a instâncias superiores.
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O crime aconteceu na terça-feira de Carnaval de 9 de fevereiro de 2016, na Rodovia Açoriana, bairro Tapera. O empresário havia deixado uma festa na região da Praia Brava em uma Mitsubishi L200 Triton, após ingerir bebida alcoólica. Trafegando em alta velocidade sentido ao Sul da Ilha, Raulino arremessou outros veículos para fora da pista.
O empresário acabou atingindo três pedestres: Edevaldo Veloso Amaro; a namorada Camila Franceschetti, de 18 anos, que teve luxações nos braços e um ferimento no pé; e a faxineira Rosângela Wosiak, de 48 anos, que ficou gravemente ferida. Após provocar o acidente, o motorista fugiu sem prestar socorro, mas acabou preso horas depois. Ele e se recusou a fazer testes toxicológicos para verificar se havia feito uso de drogas.
Por meio de nota, o advogado Guilherme Scharf Neto, que defendeu o Raulino, afirma que receberam com respeito e serenidade a decisão dos jurados pela condenação. No entanto, afirmou que o processo foi “marcado por nítido e inaceitável excesso acusatório, notadamente quanto à descabida imputação de dolo eventual, além de outros aspectos impróprios”.
Homem é preso por fornecer crack para manter relacionamento com adolescente
Jovem era impedida de sair de casa e sofria agressões e ameaças
Um homem foi preso pela Polícia Militar (PMSC) nesta quinta-feira (19) por manter um relacionamento com uma adolescente de 17 anos, a quem ele oferecia crack e controlava com ameaças constantes, agressões físicas e a proibia de sair de casa. O caso ocorreu em Curitibanos, na Serra catarinense. A jovem foi acolhida pelo Conselho Tutelar.





