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5 de janeiro de 2026
TVBV ONLINE
Economia

Fiesc avalia como possível uma nova imigração em massa de venezuelanos para o estado

Foto: Agência Brasil
Federação diz que prisão de Maduro pode ser um novo “gatilho”

A Federação das Indústrias de Santa Catarina vê a prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro como um possível “gatilho” para uma nova transição em massa de imigrantes para o estado. A entidade se posicionou oficialmente sobre o tema neste sábado (3), dia em que o ditador foi capturado pelas forças policiais americanas e levadas para os Estados Unidos, onde será julgado pelo crime de tráfico internacional de drogas.

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Segundo a Fiesc, a situação migratória do povo do país é um ponto a ser observado após a prisão. O Relatório da Operação Acolhida, coordenado pela federação, mostra que 27,2 mil venezuelanos vieram para o Brasil entre abril de 2018 e janeiro de 2024. “Hoje, a indústria de SC conta com a força de trabalho de venezuelanos para preencher vagas e atender a demanda crescente por mão de obra. Dependendo do que veremos para frente, existe a possibilidade de o país se tornar novamente atrativo para esses imigrantes ”, avalia o presidente da FIESC, Gilberto Seleme.

Comércio

A Fiesc considera que o impacto nas exportações e importações será pouco significativo, já que a relação comercial entre o estado e a Venezuela não é forte – o comércio bilateral entre SC e a Venezuela respondeu por apenas 0,24% das exportações e 0,12% das importações do estado em 2025.

O principal produto exportado do estado para a Venezuela em 2025 foi um tipo de máquina agrícola, que correspondeu a US$ 15 milhões. Em relação às importações, os principais produtos são os adubos e fertilizantes, que representaram 3% das importações catarinenses desse setor, totalizando US$ 126 milhões. O segundo item foi um tipo de alumínio bruto, com US$ 93 milhões, o que levou a Venezuela a figurar como o terceiro maior fornecedor para Santa Catarina deste produto.

Posicionamento brasileiro

O presidente do Brasil, Luiz Inácio “Lula” da Silva, repudiou o ataque americano que capturou Nicolás Maduro na Venezuela. Ele diz que a operação ultrapassou um limite inaceitável e que ela representa uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade nacional. A Fiesc afirma que a expectativa é que esse posicionamento brasileiro “não afete as negociações entre o Brasil e os Estados Unidos na questão do Tarifaço e que as conversas nesse sentido se mantenham baseadas em critérios técnicos”.

Jorginho Mello

Já o governador Jorginho Mello apoiou o ataque e publicou uma nota por meio das redes sociais elogiando a iniciativa americana. Na postagem, ele diz que Maduro quebrou o país em 12 anos de poder, perseguiu adversários políticos por meio do judiciário para dar verniz de legalidade aos próprios abusos e fraudou as eleições. “Teve o fim que  merecia”, concluiu.

           

             

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