9 de janeiro de 2026
TVBV ONLINE
Economia

Florianópolis tem redução, mas segue com a 2ª cesta básica mais cara entre capitais

Foto: Freepik
Diminuição foi puxada principalmente pelo feijão, cujo preço caiu 45,73%

O valor da cesta básica em Florianópolis fechou o ano de 2025 com uma queda de 1,01% no acumulado entre janeiro e dezembro. Apesar da redução, a capital catarinense segue com a segunda mais cara do país, custando R$ 801,29 e atrás apenas de São Paulo, segundo dados divulgados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), nesta quinta-feira (8).

> Siga nosso canal no WhatsApp e receba as notícias do TVBV Online em primeira mão

A diminuição ao longo de 2025 foi puxada especialmente pelo feijão, cujo preço caiu 45,73%. Segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), essa queda tem relação direta com a demanda, que tem sido reduzida por conta da falta de interesse do consumidor. Outros produtos também registraram redução acentuada no acumulado do ano.

Confira os principais

  • Arroz agulhinha (-36,84%)
  • Batata (-14,84%)
  • Açúcar (-12,9%)
  • Farinha de trigo (-8,14%)
  • Leite Integral (-7,03%)
  • Manteiga (-5,03%)

Cenário nacional

A capital catarinense foi na contramão da tendência nacional. Conforme o estudo da DIEESE, o preço da cesta básica apresentou aumento em 17 capitais brasileiras. A elevação mais representativa foi em Maceió, capital de Alagoas, onde os produtos tiveram uma variação média de 3,19%. Já a que teve a maior redução foi Porto Velho, em Rondônia, onde a queda foi de 3,60%.

Confira a matéria

           

             

Trabalho de detentos gera R$ 32 milhões ao estado apenas em 2025

Serviço garante remuneração aos apenados, ressocialização e diminuição da pena

O trabalho de detentos em Santa Catarina foi um sucesso em 2025, com grande valor arrecadado pelo estado por meio do trabalho remunerado. Segundo a Secretaria de Estado da Justiça e Reintegração Social (SEJURI), foram R$ 32 milhões em apenas um ano, que ajudaram o estado a reduzir despesas diretas com o sistema prisional. O trabalho dos apenados gera recursos próprios e abre a possibilidade da destinação de outro montante a diferentes áreas da administração pública.

Continue lendo