13 de abril de 2026
TVBV ONLINE
Ocorrência

Idosa de 73 anos morre após sua casa ser consumida por incêndio

Foto: CBMSC/ Reprodução
Vítima foi encontrada sem vida dentro do imóvel já tomado pelas chamas

Uma idosa de 73 anos morreu em um incêndio de grandes proporções na noite de sábado (11). O fogo destruiu a casa onde morava a mulher, identificada como Leodete de Oliveira, em Trombudo Central, no Alto Vale do Itajaí. De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), a ocorrência foi registrada por volta das 22h48. Duas viaturas foram até o local, localizado na Rua Heinz Muller, no bairro Vila Nova, para prestar o atendimento.

> Siga nosso canal no WhatsApp e receba as notícias do TVBV Online em primeira mão

Ao chegarem ao local, os bombeiros encontraram o imóvel já tomado pelas chamas, em estágio avançado de combustão. O fogo havia consumido completamente o teto da residência, comprometendo gravemente a estrutura.

Durante a avaliação inicial, os socorristas encontraram a idosa dentro da casa, já sem sinais vitais. Não houve possibilidade de resgate devido à intensidade do incêndio.

Os bombeiros montaram uma operação com três mangueiras para combater o incêndio, buscando diminuir a intensidade das chamas e evitar que o fogo se espalhasse ainda mais. Depois de controlar a situação, as equipes continuaram no local para apagar pequenos focos que ainda poderiam reacender o incêndio.

A área foi isolada após o controle da ocorrência, e o caso ficou sob responsabilidade da Polícia Militar de Santa Catarina, que dará sequência aos procedimentos legais e à apuração das causas do incêndio.

           

             

Delegado conclui pela 2ª vez que não houve interferência de Bolsonaro na PF

Alexandre de Moraes havia determinado a reabertura do caso, que tinha sido instaurado após o pedido de demissão de Sergio Moro do Ministério da Justiça

A atual gestão da Polícia Federal revisou a conclusão do inquérito que tinha apurado interferências indevidas do então presidente da República Jair Bolsonaro na corporação e concluiu, pela segunda vez, que não há provas do cometimento de crimes no caso. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes havia determinado a reabertura do caso, que tinha sido instaurado após o pedido de demissão de Sergio Moro do Ministério da Justiça, quando ele disse ter sofrido pressão do presidente para trocar cargos de comando da corporação.