Siga nosso canal no WhatsApp e receba as notícias do TVBV Online em primeira mão Ramon Platero Foto: Conmenbol/Divulgação O primeiro estrangeiro a dirigir a seleção nacional foi um uruguaio, numa época em que o Brasil estava longe de ser uma grande potência. Foi em 1925, antes da primeira Copa do Mundo, que Ramon Platero aceitou o convite. Figura que se destacou no futebol carioca, em clubes como…" />
11 de junho de 2026
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Esportes

Lembre dos estrangeiros antecessores de Ancelotti no comando da seleção

Foto: Rafael Ribeiro/CBF
Outros três não brasileiros já comandaram a seleção, mas nunca em uma Copa do Mundo; confira as trajetórias

O técnico Carlo Ancelotti é o único treinador estrangeiro da história a comandar a seleção brasileira em uma Copa do Mundo. Multicampeão em clubes, o italiano chegou para romper um paradigma que já durava 22 edições. Porém, ele não é o único não brasileiro a treinar a “Amarelinha”. Outros três gringos já estiveram a frente da pentacampeã, mas passaram longe de disputar um mundial.

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Ramon Platero

Foto: Conmenbol/Divulgação

O primeiro estrangeiro a dirigir a seleção nacional foi um uruguaio, numa época em que o Brasil estava longe de ser uma grande potência. Foi em 1925, antes da primeira Copa do Mundo, que Ramon Platero aceitou o convite. Figura que se destacou no futebol carioca, em clubes como Flamengo, Fluminense e Vasco, o uruguaio dirigiu a seleção no Sul-Americano – hoje Copa América – daquele ano.

A intenção original era contar com Joaquim Guimarães (brasileiro) no banco de reservas, mas ele acabou realocado para a condição de diretor técnico, abrindo espaço para a chegada de Platero. Foram quatro jogos, com duas vitórias contra o Paraguai e um empate e uma derrota para a Argentina. O Brasil acabou em segundo lugar no torneio.

Joreca

Foto: Reprodução

Quase duas décadas depois, em 1944, foi a vez do português Joreca se aventurar a frente da seleção. A história dele com o futebol começou ainda na adolescência, quando, já no Brasil, começou a trabalhar como comentarista esportivo. Ele estudou educação física e apitou partidas profissionais antes de começar a carreira como treinador.

À beira do gramado, fez sucesso no comando do São Paulo na década de 40, sendo tricampeão paulista (1943, 1945 e 1946). Foi nessa época que ele foi chamado para dividir a função de técnico com Flávio Costa. Com dois treinadores, a seleção venceu o Uruguai duas vezes em amistosos, porém, os dirigentes da Confederação Brasileira de Desportos decidiram retomar à política tradicional de apenas um no comando.

Nessa decisão, quem foi mandado embora foi o português Joreca. Flávio Costa permaneceu no cargo e foi vice-campeão da Copa do Mundo de 1950, no episódio que ficou conhecido como “Maracanazo”.

Filpo Nuñez

Foto: Reprodução

Já como bicampeã mundial (1958 e 1962), a seleção voltou a ser comandada por um estrangeiro em 1965. O argentino Filpo Nuñez não foi chamado para treinar o Brasil, mas acabou o fazendo por uma coincidência. Foi na partida de inauguração do Mineirão, quando o Palmeiras, na era da “Primeira Academia”, foi chamado para representar a seleção brasileira no jogo festivo contra o Uruguai. Como comandante oficial do “alviverde”, ficou a ele a responsabilidade de ficar a beira do gramado. A “Amarelinha” venceu por 3×0 a partida que foi a estreia e a despedida de Nuñez da seleção.

Ancelotti

Seis décadas depois, a seleção voltou para as mãos de um estrangeiro. O renomado Carlo Ancelotti, pentacampeão da Liga dos Campeões, foi o escolhido em 2025 para comandar a equipe com o objetivo de conquistar o hexacampeonato mundial. A trajetória começa neste sábado (13), às 19h, contra o Marrocos, no MetLife Stadium.

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