17 de maio de 2026
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Michael Jackson morreu de quê? Entenda a causa do óbito do cantor

Foto: Reprodução/Youtube
“Rei do pop” morreu aos 50 anos, em Los Angeles (EUA), no dia 25 de junho de 2009

O cantor Michael Jackson, de 50 anos, morreu em 25 de junho de 2009, em Los Angeles, nos Estados Unidos, após sofrer parada cardíaca causada por intoxicação aguda por propofol aplicado em casa pelo médico pessoal, o cardiologista Conrad Murray, durante a preparação para a turnê de retorno ‘This Is It’.

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A pergunta “Michael Jackson morreu de quê?” é uma das mais buscadas no Google pelos brasileiros e a Sala Digital relembra os acontecimentos que resultaram no falecimento do “rei do pop”.

Às vésperas do início dos 50 shows programados em Londres, Jackson enfrentava meses de insônia crônica e ansiedade. Para conseguir dormir após ensaios intensos, ele contratou Murray, que passou a atendê-lo diariamente havia cerca de dois meses com uma combinação de sedativos e doses repetidas de propofol, substância que o artista chamava de “leite”.

O propofol é um anestésico de uso hospitalar, que exige monitoramento constante de pressão, pulso e oxigenação. Segundo a acusação, ao levar o medicamento para um quarto sem equipamento adequado de suporte de vida, o médico quebrou protocolos de segurança e expôs o paciente a alto risco de depressão respiratória e parada cardíaca.

A noite de ensaio e a manhã da tragédia

Na noite de 24 de junho, o astro ensaiou no Staples Center, em Los Angeles, até perto da meia-noite. Ele chegou à mansão por volta da 1h e, incapaz de adormecer, recebeu de Murray diferentes medicações: Valium e os sedativos lorazepam e midazolam. Mesmo após essas aplicações, de acordo com o depoimento do médico, o cantor continuava desperto ao amanhecer.

Por volta das 10h, ainda “totalmente acordado”, Jackson teria insistido para que o cardiologista usasse novamente o propofol. Murray afirmou em juízo que cedeu e administrou cerca de 25 mg, e que o paciente adormeceu às 10h40. O médico disse ter saído do quarto por poucos minutos, mas registros telefônicos indicaram várias ligações entre 11h07 e 11h51, sugerindo ausência de vigilância contínua naquele período.

Socorro tardio e tentativas de reanimação

Quando percebeu que o artista não respirava, Murray iniciou massagem cardíaca sobre o colchão, procedimento considerado ineficaz por especialistas por não contar com superfície rígida, e não chamou imediatamente os serviços de emergência. Mais de uma hora se passou até que o segurança Alberto Alvarez acionou o 911, às 12h21, em meio a relatos de que o médico recolhia frascos de medicamentos no quarto.

Paramédicos do serviço de resgate tentaram reanimar o cantor por cerca de 42 minutos na residência, com administração de medicamentos e manobras de ressuscitação, antes de encaminhá-lo ao Ronald Reagan UCLA Medical Center. No hospital, a equipe médica confirmou a morte no início da tarde, encerrando a preparação para a aguardada série de shows de retorno.

Laudo, classificação de homicídio e condenação

A autópsia concluiu que a causa da morte foi intoxicação aguda por propofol, associada a uma ‘polifarmácia’ que incluía lorazepam, midazolam, diazepam, lidocaína e efedrina, e classificou o caso como homicídio. O júri considerou Conrad Murray culpado de homicídio culposo por negligência grave ao aplicar o anestésico em ambiente doméstico e atrasar o socorro. Condenado a quatro anos de prisão, ele cumpriu dois anos e deixou a cadeia em liberdade condicional em 2013.

           

             

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