Distribuidores são suspeitos de preços abusivos em meio à crise no preço do petróleo
Uma segunda fase da Operação Vem Diesel, deflagrada nesta quinta-feira (9), fiscaliza a distribuição e revenda de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), popularmente conhecido como gás de botijão. A ação ocorre em 24 municípios de 15 estados e é conduzida pela Força-Tarefa para Monitoramento e Fiscalização do Mercado de Combustíveis em meio à alta no preço do petróleo diante da guerra no Oriente Médio.
Ao todo, 55 estabelecimentos foram vistoriados pela Polícia Federal, Secretaria Nacional do Consumidor (SENACON) e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). As ações visam identificar aumentos irregulares no preço do gás, fixação de preços entre empresas concorrentes para controle de mercado e outras práticas abusivas que possam afetar o consumidor.
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A Operação Vem Diesel ocorre em 24 cidades dos seguintes estados, além do Distrito Federal:
- Santa Catarina
- Amazonas
- Bahia
- Ceará
- Maranhão
- Minas Gerais
- Mato Grosso
- Mato Grosso do Sul
- Pará
- Paraná
- Pernambuco
- Rio Grande do Norte
- Rio de Janeiro
- Rio Grande do Sul
- São Paulo
Irregularidades ou crimes que foram detectados serão investigados pela Polícia Federal. Se confirmadas as suspeitas, os responsáveis poderão ser indiciados por crimes contra a ordem tributária, econômica, bem como contra a economia popular e as relações de consumo.
A primeira etapa da Operação Vem Diesel foi deflagrada no dia 27 de março em 11 estados e no Distrito Federal. Na ocasião, o foco da fiscalização foi postos combustíveis suspeitos de praticarem aumentos irregulares na venda do produto.
Fraude de R$ 6 milhões contra o SC Saúde é alvo de operação policial
Superfaturamentos fizeram com que cirurgia orçada em R$ 29 mil custasse R$ 600 mil, aponta PCSC
Empresários, médicos e advogados foram alvo de uma operação da Polícia Civil (PCSC) nesta quinta-feira (9), que apura um esquema de fraude que causou um prejuízo de ao menos R$ 6 milhões aos cofres públicos de Santa Catarina. Os investigados são suspeitos de superfaturar cirurgias custeadas pelo SC Saúde – plano de saúde dos servidores públicos do Estado.





