Paciente ofendeu médico durante atendimento afirmando que preferia um médico “brasileiro, branco e cristão”
Um paciente foi preso em flagrante após ser acusado de fazer ofensas racistas, xenofóbicas e de intolerância religiosa contra um médico durante um atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Caçador, no Meio-Oeste de Santa Catarina, na noite de sábado (1). Segundo a Polícia Militar (PMSC), o homem teria afirmado que queria ser atendido por um profissional “brasileiro, branco e cristão” e feito comentários ofensivos por o médico ser venezuelano e judeu.
De acordo com a Polícia Militar, a corporação foi acionada para atender uma ocorrência de desentendimento na unidade de saúde. Conforme o boletim de ocorrência, o paciente teria demonstrado insatisfação ao descobrir que o profissional é venezuelano e judeu, afirmando que não aceitava ser atendido por ele e que preferia um médico “brasileiro, branco e cristão”. No local, o médico relatou que passou a ser alvo de ofensas relacionadas à sua nacionalidade, religião e origem étnica durante a consulta.
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Uma acadêmica de Medicina que realizava estágio na unidade acompanhava o atendimento e presenciou toda a situação. Ao ser abordado pelos policiais, o paciente negou ter praticado qualquer ato discriminatório. Segundo a versão apresentada, ele apenas perguntou ao médico se ele era judeu, sem a intenção de ofendê-lo.
Mesmo diante da negativa, as partes foram encaminhadas à Delegacia de Polícia para o registro da ocorrência. Conforme a Polícia Militar, durante o deslocamento, o homem voltou a fazer declarações consideradas discriminatórias, utilizando a expressão “essa raça” ao se referir ao médico e afirmando que essas pessoas estariam “invadindo a cidade”.
O delegado responsável pelo caso autuou o paciente em flagrante pelos crimes de racismo, pelas ofensas relacionadas à nacionalidade do médico, e injúria racial, em razão das declarações envolvendo a religião da vítima.
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde manifestou repúdiio a qualquer ato de racismo, discriminação ou preconceito:
Irmãos morrem atropelados na BR-470 diante da mãe em SC
Irmãos de 7 e 14 anos foram atingidos e arremessados para longe por um Jeep Renegade enquanto atravessavam a rodovia; caso é investigado pela PRF
Um menino de 7 anos e uma adolescente de 14 morreram após serem atropelados na manhã desta terça-feira (4) na BR-470, em Pouso Redondo, no Alto Vale do Itajaí. Os irmãos atravessavam a rodovia quando foram atingidos por um Jeep Renegade no km 164, na divisa com Trombudo Central. Eles morreram ainda no local. A mãe das vítimas, de 34 anos, presenciou o acidente, entrou em estado de choque e precisou de atendimento dos bombeiros. O acidente aconteceu por volta das 6h46 e mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros Militar de Trombudo Central e Pouso Redondo. Ao chegarem ao local, os socorristas encontraram as duas crianças às margens da rodovia, já sem sinais vitais e com múltiplos traumas.





