O pedido foi entregue para a Justiça e Ministério Público se mostrou favorável para evitar que jovem saia país
A solicitação para a apreensão do passaporte foi realizada pela Polícia Civil (PCSC) e entregue para a Justiça na última sexta-feira (6). O objetivo é impedir que o adolescente suspeito de agredir o cão Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis, deixe o país. O pedido também foi repassado para a Polícia Federal (PF).
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O Ministério Público de Santa Catarina (PMSC) foi favorável a medida. Ainda na última sexta-feira (06) o MPSC divulgou que vai orientar que as investigações sobre o caso sejam aprofundadas pela PCSC por que algumas situações ainda precisam ser esclarecidas. O MPSC analisa também os indícios de coação e ameaças contra o porteiro do edifício, uma das testemunhas do caso, que teriam sido realizadas por familiares.
O caso está sendo analisado por suas promotorias nas áreas criminal e infantil. Falhas na investigação foram identificadas pela Promotoria da Infância e Juventude durante a análise preliminar do boletim de ocorrência. Um dos problemas seria a confirmação da participação de adolescentes ligadas a maus-tratos a animais. Já a Promotoria Criminal, que é responsável pelo inquérito que apura a conduta de adultos, solicitou novas ações para a PCSC. Através de nota, o MPSC declarou que o CyberGAECO, especializado em crimes digitais, e o Grupo Especial de Defesa dos Direitos dos Animais atuam no caso.
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