Operação investiga gestão na venda de drogas no bairro Vorstadt
Uma operação do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) na manhã desta quinta-feira (29) mirou investigados apontados como peças-chave na organização do tráfico de drogas em um bairro de Blumenau, no Vale do Itajaí. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão na cidade, e também em Gaspar.
A Operação “Nexus Krauss” ocorre em apoio a uma investigação sobre a atuação de um grupo criminoso suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro no bairro Vorstadt. Segundo o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), os alvos exerceriam funções de destaque na estrutura criminosa, atuando na coordenação das atividades, no abastecimento de pontos de venda de droga e na gestão dos valores obtidos com o tráfico.
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A investigação, que tramita em sigilo, também aponta indícios de ocultação patrimonial. Parte do dinheiro ilícito teria sido usado para a compra de veículos e bens, registrados em nome de laranjas, e outras movimentações financeiras, com o objetivo de dificultar a identificação da origem dos recursos
Durante as buscas, foram apreendidos documentos, celulares, dinheiro em espécie e outros materiais que poderão contribuir para o avanço das diligências. Todo o material apreendido será submetido à perícia e à análise técnica.
O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) é uma força-tarefa coordenada pelo MPSC e integrada por agentes da Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal, Corpo de Bombeiros Militar e Receita Estadual. Sua atuação é voltada à identificação, prevenção e repressão da atuação de organizações criminosas, contribuindo para o fortalecimento da segurança pública em Santa Catarina.
PF investiga desvio de R$ 16 milhões de aposentados de município de SC
Operação mira aplicação irregular de recursos em fundos de investimento e retorno a agentes públicos
Uma operação da Polícia Federal (PF) deflagrada em Palhoça, na Grande Florianópolis, na manhã desta quinta-feira (29) apura o desvio de R$ 16 milhões do Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município (IPPA). Os fatos apurados ocorreram em 2013 e correspondem a cries de gestão fraudulenta, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.







