Caso aconteceu no Monte Verde, em Florianópolis, e envolveu integrante de organização criminosa e reincidente no crime
Mais de um milhão de cigarros foram apreendidos em uma ação da Polícia Civil de Santa Catarina na manhã desta quarta-feira (3) em Florianópolis. O responsável pelo material foi preso em flagrante pelo crime de contrabando e integração de organização criminosa.
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A ação aconteceu em uma residência localizada na região do Monte Verde, onde os agentes cumpriram um mandado de busca e apreensão após denúncias apontarem a utilização do imóvel para armazenamento de ilícitos. No local, foram localizados e apreendidos 56.084 maços de cigarros de origem paraguaia, o que totaliza aproximadamente 1.121.680 unidades. O valor total dos produtos ultrapassa R$ 1 milhão, considerando a comercialização no varejo.
As investigações contra o suspeito, um homem de 35 anos, apontam que ele integra uma facção criminosa com atuação dentro e fora dos presídios. Conforme apurado, as vendas dos produtos contrabandeados serviam para financiar o grupo armado por meio do pagamento de uma taxa mensal. O valor de R$ 50 era cobrado por “loja” para comercialização. Além dos cigarros de origem ilícita, também foram encontrados 250 divachadores (instrumentos utilizados para a triturar entorpecentes durante a preparação), o que indica a participação do indivíduo em outras atividades.

Segundo a Polícia Civil de Santa Catarina, essa é a terceira vez em três que o homem é preso por contrabando, o que evidencia a conduta criminosa reiterada. Diante dos fatos, ele foi encaminhado à sede da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC) para a prisão em flagrante. Por conta da reincidência criminal, a polícia representou junto ao Poder Judiciário pela conversão para prisão preventiva.
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O policial militar Rafael Azevedo de Souza e o segurança Jean Carlos dos Santos foram absolvidos pelo Júri Popular no caso que envolveu a morte do empresário Thiago Kich de Melo, de 28 anos, em uma casa noturna de Florianópolis. O julgamento começou na terça-feira (2) e se estendeu até a madrugada desta quarta (3) e terminou com a decisão pela inocência e soltura imediata dos réus, que estavam presos desde o dia do crime. Os réus respondiam pelo crime de homicídio qualificado por meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.





