10 de fevereiro de 2026
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Ocorrência

Pretinha, companheira do cão Orelha, morre após semanas de tratamento intensivo

Foto: Reprodução/Redes sociais
Causa da morte foi falência renal agravada pela dirofilariose – doença conhecida como “verme do coração”

Após cerca de um mês em tratamento veterinário, Pretinha, companheira do cão comunitário Orelha na Praia Brava, não resistiu e faleceu na noite desta segunda-feira (9), em Florianópolis. O empresário que adotou a cadela afirmou que a causa da morte foi falência renal agravada pela dirofilariose – doença parasitária conhecida como “verme do coração”.

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Segundo o relato do empresário paulista Bruno Ducatti, que há pouco havia adotado Pretinha, os médicos veterinários responsáveis pelo caso utilizaram todos os recursos possíveis para tentar salvar o animal. Dentre eles estão a internação intensiva, exames complexos, medicações de alto custo e acompanhamento contínuo.

Nas redes sociais, o tutor expressou seus sentimentos e afirmou estar com o coração despedaçado. “Não escondo minha profunda frustração e tristeza por não ter conseguido salvá-la. Estive em viagem internacional, mas investi toda a minha energia, recursos e envolvimento emocional nessa tentativa”, lamentou.

A cadela Pretinha foi resgatada das ruas pelo empresário após a morte do cão Orelha comover o país. Na ocasião, os médicos veterinários constataram que Pretinha estava com a saúde debilitada e iniciaram os tratamentos imediatamente.

Foto: Reprodução/Redes sociais

Últimas atualizações da investigação da morte do cão Orelha

A Polícia Civil (PCSC) finalizou as investigações na última terça-feira (3) e apontou um adolescente como principal responsável pelas agressões que levaram à morte de Orelha. Segundo as autoridades, os principais indícios de suspeita contra o indiciado envolvem contradições no depoimento e a tentativa de um familiar de esconder roupas utilizadas pelo jovem na data do crime, além de imagens de monitoramento e dados de geolocalização.

Após a conclusão das investigações, o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) analisou o inquérito policial e identificou lacunas na apuração do caso. Diante disso, o órgão solicitou novas diligências para esclarecer com maior precisão os acontecimentos.

O ministério ainda determinou que a PCSC colha novos depoimentos no inquérito que apura a coação de testemunha e ameaças. De acordo com o órgão, o objetivo é preencher as lacunas na apuração sobre a discussão que ocorreu entre pai e tio do adolescente suspeito dos maus-tratos e o porteiro do residencial na Praia Brava.

*Sob supervisão de Fernando Bortoluzzi

           

             

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