12 de abril de 2026
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Quais restaurantes do Pesadelo na Cozinha ainda estão abertos? Veja a lista

Foto: Reprodução/Band
Entre reviravoltas e recomeços, relembre quais restaurantes conseguiram se manter após a passagem pelo programa

Participar do Pesadelo na Cozinha foi um divisor de águas para muitos restaurantes. Anos após as gravações, alguns estabelecimentos continuam em funcionamento, outros fecharam às portas. Por outro lado, há exceções relevantes. Alguns restaurantes conseguiram se reerguer e ainda fazem sucesso, mostrando que o programa pode, sim, funcionar como um impulso real para quem está disposto a mudar, profissionalizar a gestão e manter os padrões exigidos após a transformação.

Na série digital A Conta Chegou, disponível no YouTube do Pesadelo na Cozinha, os restaurantes que continuam em funcionamento após a passagem do chef Erick Jacquin reabrem suas portas para mostrar o que mudou desde então. A seguir, veja quais estabelecimentos seguem ativos depois do programa.

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Bawarchi

É um dos casos mais consistentes de recuperação. Após a participação no programa, o restaurante conseguiu se reorganizar, manteve as atividades e seguiu atraindo público, tornando-se um dos exemplos mais estáveis entre os participantes.

Mamma Júlia

Virou um case de reposicionamento. Hoje funciona no Bixiga como uma cantina italiana mais sofisticada, competindo com casas tradicionais da região. Apesar das mudanças, o restaurante ainda preserva parte das influências do trabalho de Erick Jacquin no cardápio, combinando a herança do programa com uma identidade própria mais refinada.

Ça-Va

Tornou-se um caso único dentro do reality. Após a morte do antigo proprietário durante a pandemia, o restaurante passou a ser administrado pelo próprio Jacquin e segue em funcionamento, mantendo a proposta original sob nova gestão.

Estrela de Roma

Conseguiu estabilidade após o programa e segue funcionando. Hoje, o negócio é administrado pelo filho do antigo proprietário e continua operando regularmente, sendo um dos exemplos de continuidade mais bem-sucedidos.

Dedo de La Chica

O restaurante mexicano seguiu um caminho próprio. A proprietária desfez boa parte das mudanças feitas no programa, manteve ajustes na operação e apostou no delivery, especialmente durante a pandemia, o que ajudou o negócio a crescer. Hoje, funciona com uma proposta diferente da exibida na TV.

El Maktub / Buteco 647

Passou pela transformação mais radical. O antigo restaurante árabe deixou de existir e deu lugar ao Buteco 647, com proposta totalmente diferente e foco em comida de boteco. O negócio se reinventou, ganhou novo público e segue ativo sob outra identidade.

Samosa e Company

Vijay participou do Pesadelo na Cozinha com o objetivo de tornar o restaurante e a culinária indiana mais conhecidos no Brasil. Após o programa, o aumento da visibilidade atraiu novos clientes e ajudou a cumprir essa proposta de difundir a cultura e a gastronomia.

Com a forte repercussão e uma adaptação estratégica ao delivery, especialmente durante a pandemia, o Samosa & Company manteve as vendas e inverteu seu modelo de operação. O movimento impulsionou a criação de novas marcas, como Curry in Casa, Folha de Manga e Indian Frozen Food, todas voltadas exclusivamente para entregas.

JC Bar

Do limão, José Carlos fez uma limonada. Após participar do Pesadelo na Cozinha, o dono do antigo Esporte Bar transformou o negócio no JC Bar e consolidou uma trajetória de sucesso, impulsionada pela visibilidade do programa e pela aplicação rigorosa das orientações de Erick Jacquin.

Hoje, o empresário soma cinco franquias em São Paulo, uma produtora artística e diversos patrocinadores. Ele também se profissionalizou como chef, mantém um cardápio com pratos brasileiros e massas, e tem como destaque o bolinho da Dona Rita, enquanto se dedica à gestão e expansão dos negócios.

           

             

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