25 de maio de 2024
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Paulo Chagas

Reunião emergencial com o setor dos portos, soa como um grito de socorro!

Encontro no dia 16 vai debater medidas para minimizar impacto no comércio exterior. (Foto: Portonave/Divulgação)

A iniciativa parte da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), por meio da Câmara de Transporte e Logística. O que se quer, é ouvir demandas das indústrias e fazer avaliação dos portos catarinenses para subsidiar um urgente e posterior reunião em Brasília. O encontro emergencial com o setor dos portos está agendado para segunda-feira (16), às 9hs. Estarão presentes também entidades do transporte e logística e das indústrias afetadas pela situação crítica dos terminais marítimos do estado. Algo que até pouco tempo não acontecia. O setor pede socorro. O encontro vai debater as demandas das empresas e dos representantes do setor, e também orientar para adoção de medidas visando amenizar os efeitos das dificuldades enfrentadas na movimentação de cargas pelos portos catarinenses. Está também entre os objetivos, ouvir as partes negativamente impactadas pelo cenário preocupante no transporte marítimo e preparar subsídios para uma futura reunião com a Vice-Presidência da República, Agência Nacional de Transportes Aquaviários e o Ministério de Portos e Aeroportos, solicitada pela entidade em ofício enviado esta semana. Não bastam os gargalos sofridos pelo transporte nas estradas deficitárias de Santa Catarina, agora surgem sérios problemas também no setor marítimo.

Na Alesc, a discussão envolve o comércio varejista

Reunião da Frente Parlamentar de Apoio ao Comércio Varejista / Foto: Rodolfo Espínola/Agência AL

Sob a coordenação do deputado Nilso Berlanda (PL), a Frente Parlamentar de Apoio ao Comércio Varejista, na última terça-feira (9), na sede da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL), em Florianópolis, entrou num debate visando chamar atenção para as principais demandas do setor. O principal teor da reunião chamou atenção para a necessidade de fiscalização dos produtos importados em Santa Catarina, especialmente, das plataformas de importação de produtos. O presidente da FCDL-SC, Onildo Dalbosco Júnior, falou da forte concorrência oferecida por plataformas asiáticas por meio da internet, que contam com isenção de imposto para produtos adquiridos até o valor de 50 dólares. A reivindicação do dirigente é que as empresas brasileiras e estrangeiras contem com os mesmos direitos ou obrigações tributárias, ou seja, que também sejam cobrados impostos destas plataformas. A briga é por uma justiça tributária, com igualdade entre os comércios. O assunto está sendo discutido também no âmbito federal, detentor desta competência.

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