19 de junho de 2024
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Paulo Chagas

Ricardo Guidi do PSD aceita convite de Jorginho para compor o secretariado

Ao aceitar convite do governador Jorginho Mello (PL), para fazer parte do primeiro escalão do Governo, na condição de secretário de Estado do Meio Ambiente e Economia Verde, o deputado federal Ricardo Guidi (PSD), provocou a reação da Executiva estadual do Partido. Seja como for, segundo informações ele deverá permanecer no cargo por apenas nove meses. O suplente Darci de Matos (PSD), é quem assume a vaga nesse período. Em nota assinada pelo presidente da sigla no Estado, Eron Giordani, a contrariedade com a decisão do deputado, com os seguintes dizeres: “O PSD segue com atuação independente em relação ao Governo Estadual. A decisão do deputado federal, Ricardo Guidi, de aceitar o convite do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, e assumir a Secretaria do Meio Ambiente é pessoal, sem indicação ou qualquer outra articulação do PSD”. Seja como for, o deputado deverá assumir a Pasta, em agosto. (Deputado Ricardo Guidi (PSD) / Foto: Fábio Queiroz / Agência AL)

Deputado traz à tona um problema crônico nas escolas da Serra

Deputado Marcius Machado (PL) / Foto: Bruno Collaço / Agência AL

A cada inverno começa a mesma história de lamentos, diante da falta de providências quanto ao sofrimento dos alunos em sala de aula, em razão das baixas temperaturas. A falta de estrutura para que aparelhos de ar condicionado possam funcionar. O problema é antigo, e, em outros governos nunca foi resolvido. Não existe uma fiação adequada para a instalação dos equipamentos. Em várias escolas, o equipamento foi comprado, mas não funciona. O deputado estadual Marcius Machado (PL), da base de sustentação do Governo, está tentando encontrar uma solução, mas não junto aos órgãos do Estado, e sim solicitando aos coordenadores das regionais de Educação, para que busquem parcerias público/privadas para a doação de projetos de engenharia para a troca de fiação e a possibilidade de instalação dos aparelhos existentes. Lançou a ideia como um desafio aos coordenadores das regionais de Lages e de São Joaquim. O argumento é de que o processo seria mais rápido. Pois, pelo Governo haveria a necessidade de abertura de licitação para contratar os serviços de troca de fiação. Complicado. Pelo jeito, os alunos terão de suportar sem aquecimento mais um duro inverno nas salas de aula.

Operação Mensageiro: prefeitos detidos em meio a batalhas judiciais

Prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli, acaba se ser solto da prisão – Foto: Ascom Tubarão

O resultado de ações judiciais começa a aparecer com a soltura de alguns dos supostos envolvidos na ação desencadeada na Operação mensageiro, e que investiga a suspeita de fraude em licitação e corrupção ativa e passiva, além de organização criminosa e lavagem de dinheiro no setor de coleta e distribuição de lixo em algumas cidades de Santa Catarina. Uma verdadeira batalha judicial vem se desenrolando desde então. Nesta quinta-feira (30), o prefeito de tubarão foi solto da prisão, embora com medidas restritivas, com uso de tornozeleira eletrônica. Juares Ponticelli havia sido detido na terceira fase da Operação. Também solto o funcionário da Prefeitura, Darlan da Silva. Entre as medidas cautelares, o uso da tornozeleira e a ordem expressa de não se aproximar da Prefeitura.

Em Lages, ex-secretário teve prisão relaxada

Ex-secretário da Fazenda de Lages, Antonio Arruda teve a prisão relaxada / Foto: Ascom PML

O ex-secretário de Administração e Fazenda, da Prefeitura de Lages, Antonio Arruda, detido preventivamente na Operação Mensageiro, teve a prisão relaxada, após trabalho dos advogados de defesa Sandro Anacleto e Eduardo Henrique Soares. O TJ/SC acatou o pedido após análise dos recursos. A partir do deferimento da justiça para o relaxamento, Arruda não irá se submeter à prisão domiciliar. Porém, terá que cumprir uma série de medidas cautelares previstas no artigo 319 do Código de Processo Penal. Ele ficará sujeito à utilização de monitoramento eletrônico; terá de permanecer apenas no território da Comarca; evitar diálogos com determinadas pessoas, e muito menos, voltar à atividade de servidor, entre outras medidas. O prefeito Antonio Ceron e o ex-secretário de Águas e Saneamento, Jurandi Agostini, não tiveram êxito no pedido de relaxamento das prisões. Ambos cumprem prisão preventiva em domicílio.