Levantamento baseado em dados públicos municipais é inspirado em critérios da ONU
Santa Catarina concentra as três cidades mais bem avaliadas do Brasil no ranking de felicidade municipal divulgado em 2026. O ranking é liderado por Jaraguá do Sul (1°), Joinville (2°) e São José (3°). O estudo, divulgado pela Revista Bula, foi inspirado nos parâmetros do World Happiness Report, da Organização das Nações Unidas (ONU), que utiliza dados públicos auditáveis para estimar quais municípios brasileiros oferecem as condições mais consistentes de bem-estar estrutural.
O levantamento foi desenvolvido como um índice proxy de felicidade municipal. Em vez de medir a percepção subjetiva direta da população, como ocorre no relatório internacional da ONU, a análise brasileira trabalha com variáveis objetivas disponíveis em bases oficiais. O objetivo é identificar quais cidades apresentam melhores condições estruturais associadas à qualidade de vida.
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Santa Catarina lidera o ranking nacional
O resultado mostra forte concentração de municípios catarinenses entre os primeiros colocados. O estado abriga as três cidades mais bem posicionadas do país e também aparece com outras localidades no topo da lista.
Além das três primeiras colocações, os municípios catarinenses aparecem na 6ª posição com Pomerode, e na 22ª posição com Florianópolis.
Confira as 30 cidades mais felizes do Brasil em 2026
- Jaraguá do Sul — 8,94
- Joinville — 8,91
- São José — 8,90
- São José dos Campos — 8,88
- Curitiba — 8,86
- Pomerode — 8,84
- Americana — 8,84
- Maringá — 8,83
- Vinhedo — 8,81
- São Caetano do Sul — 8,80
- Ilha Solteira — 8,78
- Nova Petrópolis — 8,78
- Farroupilha — 8,78
- Caxias do Sul — 8,77
- Toledo — 8,75
- Uberlândia — 8,73
- Campinas — 8,71
- Poços de Caldas — 8,69
- Lavras — 8,68
- Vitória — 8,66
- Vila Velha — 8,64
- Florianópolis — 8,62
- Chapadão do Sul — 8,60
- Niterói — 8,58
- Brasília — 8,56
- Goiânia — 8,55
- Campo Grande — 8,54
- Quirinópolis — 8,53
- Lucas do Rio Verde — 8,52
- Ceres — 8,50
Entenda os critérios
A pesquisa parte da premissa de que ainda não há no Brasil uma base nacional padronizada capaz de medir, em todos os municípios, indicadores subjetivos como satisfação de vida, confiança interpessoal ou percepção de liberdade.
Diante dessa limitação, o estudo adota exclusivamente dados públicos comparáveis, como IBGE, PNUD, Ipea, DataSUS, INEP, SNIS e Siconfi, entre outros. Indicadores sem cobertura municipal homogênea foram descartados.
O índice final é composto por oito dimensões, com pesos diferentes:
- Segurança pessoal (16%)
- Capacidade material e segurança econômica (15%)
- Saúde e longevidade (15%)
- Apoio social e proteção contra vulnerabilidade (12%)
- Liberdade prática e capacidade de escolha (12%)
- Confiança institucional e integridade pública (12%)
- Habitabilidade e serviços urbanos básicos (10%)
- Civismo, generosidade e vida comunitária (8%)
Os dados foram padronizados em escala de 0 a 10, com exigência mínima de presença em pelo menos seis das oito dimensões. O estudo também aplicou ajustes para evitar distorções relacionadas ao porte populacional dos municípios.
A nota final varia até 10 pontos, e apenas cidades com pontuação igual ou superior a 8,5 foram incluídas no ranking.
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