16 de julho de 2024
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Saúde

Santa Catarina inicia campanha de vacinação contra a gripe

Vacina oferecida na rede pública protege contra os três principais vírus influenza

Inicia nesta segunda-feira (25) a campanha de vacinação contra a gripe em toda Santa Catarina. A vacina oferecida este ano na rede pública de saúde é a trivalente, que protege contra os principais vírus influenza em circulação no Brasil, que são o influenza A (H1N1), influenza A (H3N2) e o vírus influenza B.

Realizada todos os anos, a campanha é importante para prevenir casos graves, hospitalizações e mortes pela doença, especialmente na população mais vulnerável, que é aquela prevista nos grupos prioritários como crianças até 5 anos de idade, idosos, gestantes, pessoas com comorbidades/deficiências entre outras.

Neste ano, um total de 3.023.725 pessoas estão elencadas em um dos grupos prioritários para a vacinação. De acordo com a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), a meta é imunizar ao menos 90% desse público até o dia 31 de maio, data final da campanha. O dia D, sábado em que há uma mobilização estadual para vacinação, está previsto para ocorrer no dia 13 de abril.

 

A gerente de doenças infecciosas agudas e imunização da DIVE, Arieli Schiessl Fialho, lembra que a vacina contra a gripe deve ser tomada anualmente pela população mais vulnerável porque com o passar dos meses a proteção cai. “A imunidade contra a influenza, após a vacinação, dura de 6 a 12 meses, além disso a composição da vacina pode mudar de um ano para outro, sempre pensando na prevenção dos vírus com maior circulação. Então, para garantir a proteção é fundamental tomar a dose em todas as Campanhas”, explica a gerente.

Confira os grupos prioritários:

  • Crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias);
  • Trabalhadores da saúde;
  • Gestantes e puérperas (mães até 45 dias após o parto);
  • Professores do ensino básico e superior;
  • Povos indígenas e quilombolas;
  • Idosos com 60 anos ou mais de idade;
  • Pessoas em situação de rua;
  • Profissionais das Forças de Segurança e Salvamento;
  • Profissionais das Forças Armadas;
  • Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais independentemente da idade;
  • Pessoas com deficiência permanente;
  • Caminhoneiros;
  • Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário para passageiros urbanos e de longo curso;
  • Trabalhadores Portuários;
  • População privada de liberdade e funcionários do sistema de privação de liberdade, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas.

 

Foto: Reprodução/SES